terça-feira, 14 de julho de 2015

Deixe na cruz

Quando você se olha no espelho o que vê? E o que vê lhe agrada?
O que fez com o que fizeram com você? Existem experiências bastante dolorosas, as quais deixam marcas difíceis de esquecer.
Algumas feridas continuam a sangrar, mesmo depois de longo tempo.
Nem sempre o que se torna, o deixa orgulhoso ou lhe faz sentir paz.
Em algumas situações você fere, em outras é ferido, até sem intenção.
A vida nem sempre é justa e nem sempre que você amar, será amado, compreendido, respeitado ou valorizado. É difícil conviver com a rejeição não é mesmo?
Mas só porque alguém não percebeu seu valor, não significa que você não o tenha.
DEUS sabe muito bem quanto valor você tem e o ama com amor inimaginável. Se pudesse sentir um pouco desse amor, jamais se sentiria menosprezado novamente. 
O que você faz com o que fizeram com você?
O amor de CRISTO preenche todos os espaços que alguém deixou vazio.
O coração pode ter sido esmagado, mas o bálsamo de Deus irá curá-lo.
Entenda que aquilo que não lhe acrescenta ou edifica, não vale a pena carregar. Deixe-o na cruz.
Você não pode desperdiçar sua vida com aquilo que não tem mais volta. Deixe-o na cruz. Deus irá preparar um novo começo para você.
Antes disso, porém, ELE cuidará de suas feridas, tirará toda a dor, substituindo-a por amor.
Um amor capaz de produzir frutos, que transbordará sua alma e alcançará outras pessoas a sua volta.
Através da cruz, Jesus se expôs em seu lugar, e derramou amor...ELE demonstrou o quão importante você é e lhe deu uma nova chance.
Chance de deixar na cruz tudo o que passou e recomeçar.
Fazer diferente e do jeito certo agora, sendo instruído por ELE dessa vez. Ouça o amor chamando você, deixe na cruz, tudo que passou! Olhe para JESUS e corra ao seu encontro.
“Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí.” (Jeremias 31:3)
Permita-se ser amado por DEUS, o SEU amor é capaz de curar feridas. 
Permita-se um recomeço!

Deus abençoe sua vida!



segunda-feira, 6 de julho de 2015

Um grande Salvador!

 Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:42, 43).

O verso acima transcreve a súplica de um ladrão prestes a morrer, para alguém que segundo sua fé, era um Rei retornando ao seu Reino.  O título é sugestivo e você pode a princípio, imaginar que no texto abaixo, não contenha algo que lhe seja adequado, mas o convido a fazer um autoexame. O que tenho eu e você em comum com esse ladrão? Muito mais do que se possa imaginar. Você tem alguma ideia de quanto pecado existiu ou existe em você?
Já se olhou por dentro para observar quantas coisas guardadas não deveriam estar aí?
Se não consegue fazer isso, tenho uma notícia nada animadora: Deus sabe, pois vê além da sua aparência em todos os momentos.
Independente de sua atitude, seja ela correta ou não, Deus enxerga tudo, e se preocupa com o seu espírito.
O coração do homem por vezes assemelha-se a um baú gigantesco, onde são armazenados trechos de vida, como se fossem filmes, os quais acionados pela memória incitam sentimentos, que nem sempre são bons.
Você acha que precisa de CRISTO? O que ELE precisaria fazer para que cresse e o recebesse como seu Salvador? Aquele ladrão crucificado ao seu lado, contemplou-o em um momento onde seria improvável crer que ali estava o próprio DEUS. 
Mas ainda assim de seu coração saltou a fé.
Convido você a discorrer sobre o texto abaixo e deixar o Santo Espírito de DEUS falar ao seu coração.

O ladrão que creu
Sermão pregado na manhã de Domingo, 7 de Abril de 1889. Por Charles Haddon Spurgeon. No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

A história da salvação do ladrão agonizante é um exemplo notável do poder de salvação de Cristo, e de sua abundante disposição para receber a todos que vêm a Ele, em qualquer condição em que possam estar.
Em certo sentido, toda conversão é única: não há duas iguais, e contudo, qualquer conversão é um modelo de outras. O caso do ladrão moribundo é muito mais semelhante à nossa conversão, do que diferente. De fato, seu caso se pode considerar mais como típico do que como um fato extraordinário, e assim o considerarei neste momento.
Recordem, amados amigos, que nosso Senhor Jesus, no momento que salvou a esse malfeitor, estava em seu ponto mais baixo.
Despido de sua túnica, e cravado na cruz, a atrevida multidão zombava de nosso Senhor que, agonizante, estava morrendo; então Ele “foi contado entre os transgressores” (Lucas 22:37)
Contudo, ainda nessa condição, concluiu esse maravilhoso ato de graça.
Quanto a você e a mim? A bíblia afirma que:
Pode salvar por completo aos que por meio dele se achegam a Deus, posto que vive para sempre para interceder por eles. (Hebreus 7:25)
Se um Salvador agonizante salvou o ladrão, meu argumento é que Ele pode fazer ainda mais agora que vive e reina.
Não é somente a debilidade de nosso Salvador que faz memorável a salvação do ladrão penitente, é o fato de que o malfeitor moribundo o viu diante de seus próprios olhos. Você pode se pôr em seu lugar, e imaginar a alguém que está suspenso em agonia de uma cruz? Poderia facilmente crer que era o Senhor da glória, e que logo iria a seu reino?
Não seria pouca a fé para que, em um momento assim, cresse em Jesus como Senhor e Rei.
A fé desse ladrão é admirável pois creu em um Cristo crucificado, ridicularizado e agonizante, e clamou a Ele como a alguém cujo reino viria com certeza. A fé do ladrão foi ainda mais notável porque estava sob uma terrível dor, e condenado a morrer. Não é fácil exercitar a paciência quando se é torturado por uma angústia mortal. Nosso próprio descanso mental às vezes se vê perturbado pela dor do corpo quando somos sujeitados por um sofrimento agudo, não é fácil mostrar essa fé que cremos possuir em outras situações. Este homem, sofrendo como estava, e vendo ao Salvador em um estado tão triste, contudo, ainda assim creu para a vida eterna. Fala aqui uma fé que raramente se vê.
Recordem, também, que estava rodeado de zombadores. É fácil nadar com a corrente, mas é duro ir contra ela. Este homem ouviu os sacerdotes orgulhosos, quando ridicularizavam ao Senhor, e a grande multidão do povo, todos a uma só voz, unirem-se no escárnio; seu companheiro captou o espírito da hora e também zombou, e ele talvez tenha feito o mesmo por um breve momento; mas pela graça de Deus foi transformado, e creu no Senhor Jesus apesar de todo desprezo. Sua fé não foi afetada pelo que o cercava;  ele, pelo contrário, ladrão agonizante como era, se reafirmou em sua confiança. Como uma rocha saliente, colocada no meio da torrente de águas, declarou a inocência do Cristo, diante dos que blasfemavam. Sua fé é digna de que a imitemos em seus frutos. Nenhum outro membro de seu corpo estava livre exceto sua língua, e a utilizou sabiamente para repreender a seu irmão malfeitor, e defender ao Seu Senhor. Sua fé tornou manifesto um valente testemunho e uma confissão ousada. Não vou elogiar o ladrão, ou a sua fé, mas exaltar a glória dessa graça divina que deu ao ladrão uma fé assim, e logo imerecidamente o salvou por seu meio.
Vejam o poder desse Espírito que podia produzir tal fé em um solo tão pouco promissor, e em um clima tão pouco propício.
Com muito cuidado OBSERVEMOS QUE O LADRÃO CRUCIFICADO FOI O ÚLTIMO COMPANHEIRO DE NOSSO SENHOR NA TERRA. Que triste companhia nosso Senhor selecionou quando esteve aqui. Não se juntou com os religiosos fariseus nem com os filosóficos saduceus, senão que era conhecido como o “amigo de publicanos e de pecadores”. (Mateus 11:19) Como me regozijo nisto! Me dá a segurança de que Ele não recusará associar-se comigo. Quando o Senhor Jesus me fez seu amigo, seguramente que não fez uma seleção que lhe trouxesse crédito. Crês que ganhou alguma honra quando te fez seu amigo? Acaso ganhou algo por causa de nós alguma vez? Não, irmãos meus; se Jesus não tivesse se inclinado tão baixo, talvez não teria vindo a mim; e se não tivesse procurado ao mais indigno, não teria vindo a ti. Assim o sentes, e estás agradecido pois Ele veio “não para chamar a justos, senão pecadores”. (Mateus 9:13)
Sim, depois de tudo, nosso Senhor fez uma boa escolha quando te salvou e quando me salvou; em nós encontrou abundante campo para a sua misericórdia e graça. Houve suficiente espaço para que Seu amor pudesse trabalhar dentro dos terríveis vazios de nossas necessidades e pecados; e ali Ele fez grandes coisas por nós, pelas quais nos alegramos.
Para que não haja aqui alguém que se desespere e diga: “nunca se dignará a olhar para mim,” quero que estejam advertidos que o último companheiro de Cristo na terra foi um pecador, e não um pecador comum. Havia transgredido as leis do homem, pois era um ladrão.
O malfeitor que creu na cruz era um ladrão convicto, que havia permanecido na cela dos condenados e logo sofreria a pena capital por seus crimes. Um criminoso convicto era a última pessoa com a qual nosso Senhor teve que tratar nesta terra. Que amante das almas dos culpados é Ele! Como se inclina até o mais baixo da humanidade! À este homem tão indigno, antes que deixasse a vida, o Senhor da glória falou com graça incomparável, falou-lhe com palavras tão maravilhosas como nunca se poderão superar ainda que procures em todas as Escrituras: “Hoje estarás comigo no paraíso.”
Aqui há um exemplo de alguém que havia chegado ao fundo da culpa, e que o reconheceu; não procurou desculpas, nem buscou um manto para tapar seu pecado; estava nas mãos da justiça, enfrentando sua sentença de morte, e contudo creu em Jesus, e disse uma humilde oração para Ele, e ali mesmo foi salvo. Como é a amostra assim é o todo. Jesus salva a outros do mesmo tipo. Por isso, deixem-me expor de forma muito simples, de maneira que ninguém me interprete mal, nenhum de vocês está excluído da infinita misericórdia de Cristo, por maior que seja a iniquidade de vocês: se creem em Jesus, Ele os salvará.
Este homem não somente era um pecador; era um pecador que apenas havia despertado.
De acordo com os outros evangelistas, parece que se tinha unido com seu companheiro ladrão para zombar de Jesus: se em realidade não utilizou palavras de opróbrio, no mínimo chegou a consentir com elas, de maneira que o evangelista não lhe fez injustiça quando disse, “também os ladrões que estavam crucificados com ele lhe injuriavam da mesma maneira. (Marcos 15:32) Contudo, repentinamente, se desperta a convicção de que o homem que está agonizando ao seu lado é algo mais que um homem.
“Vocês, que viveram no pecado por cinquenta anos, creem que em um instante podem ser limpos pelo sangue de Jesus?” Respondo: “Sim, certamente cremos que em um instante, por meio do precioso sangue de Jesus, a alma mais negra pode se tornar branca.
Este homem que foi o último companheiro de Cristo sobre a terra, era um pecador na miséria. Seus pecados lhe haviam encurralado: agora tinha a recompensa por suas obras. Constantemente encontro pessoas nesta condição: viveram uma vida de libertinagem, excessos e descuidos, e começam a sentir que caem em seus corpos as chamas de fogo da tempestade da ira; vivem em um inferno terreno, um prelúdio da condenação eterna. O remorso como uma áspide os picou, convertendo seu sangue em fogo. Este homem estava neste terrível estado, e mais, estava no extremo. Já não podia viver muito: a crucificação era inevitavelmente fatal; em pouco tempo as pernas lhe romperiam para pôr fim a sua existência infeliz. Ele, pobre alma, não tinha de vida senão um curto espaço do meio-dia ao pôr-do-sol; mas esse era o tempo suficiente para o Salvador, que é poderoso para salvar.
Olhando para Jesus e confiando nele, Ele lhes dará um coração novo e um espírito reto, e tirará a mancha dos vossos pecados. Esta é a glória da graça de Cristo.
Venham, oh culpados, e Ele os receberá com abundante graça!
Mais ainda, este homem a quem Cristo salvou no último momento era um homem que já não podia realizar boas obras. Se a salvação fosse pelas boas obras, não poderia ter sido salvo; posto que estava atado de pés e mãos ao madeiro de seu destino funesto. Tudo havia terminado para ele quanto a qualquer ato ou obra de justiça. Poderia dizer uma ou duas boas palavras, mas isso era tudo; não podia executar nada bom.
Seu fim estava muito perto, e contudo, o Salvador o pôde salvar, e o salvou tão perfeitamente que antes do pôr-do-sol, estava no paraíso com Cristo.
A confiança é o ato salvador.
Este homem não titubeou: se agarrou a essa única esperança. Não guardou em sua mente a segurança no Senhor como Messias como uma crença seca, morta, senão que a transformou em confiança e oração, “Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu reino”. Oh, que muitos de vocês possam confiar neste dia, na infinita misericórdia do Senhor!
Ao pensar no reino, tinha uma tão clara ideia da glória do Salvador, que sentiu que se o Senhor tão somente pensasse nele, seu estado seria salvo.
CRISTO em seu reino recorda os lamentos e queixas dos pobres pecadores oprimidos pelo sentimento de seu pecado. Não podes orar nesta manhã, e desta maneira assegurar-te um lugar na memória do Senhor Jesus?
Se foram grandes pecadores, e se viveram muito tempo sem se preocuparem pelas coisas eternas, são como este malfeitor; e contudo, vocês, sim, vocês, podem fazer o que o ladrão fez; podem crer que Jesus é o Cristo e encomendar suas almas em suas mãos, e Ele os salvará tão seguramente como salvou ao bandido condenado. Jesus com graça abundante disse: “Ao que vem a mim, de maneira alguma o lançarei fora”. (João 6:37)
O que entra pela porta do paraíso, com o Rei da glória, é um ladrão, que foi salvo em um decreto de morte. Não é salvo de uma maneira inferior, nem é recebido na beatitude de um modo secundário. Verdadeiramente, há últimos que serão primeiros!
Nosso Salvador levou este ladrão agonizante ao paraíso de deleite infinito, e é para ai onde levará a todos nós, pecadores que cremos nele. Se confiarmos nele, ao final estaremos com Ele no paraíso.
Pensa nele, alma desprovida de graça; vais a habitar com o Todo Desejável para sempre.
O Senhor olha para os seus olhos chorosos, e diz: “Pobre pecador, tu estarás comigo um dia”.
Te amei com um amor eterno, por conseguinte com misericórdia vou te atrair a mim, até que estejas onde eu estou”.
O pecador já estava quase ante às portas do inferno, mas a misericórdia do Todo Poderoso o levantou, e o Senhor disse, “Hoje estarás comigo no paraíso”.
Podem medir a mudança desse pecador, abominável em sua iniquidade quando o sol estava no alto do meio-dia, a esse mesmo pecador, vestido de branco puro, e aceito no Amado, no paraíso de Deus, ao pôr-do-sol? Oh, Salvador glorioso, que maravilhas podes fazer! Quão rapidamente podes realizá-las!
Nosso Senhor dá sua própria vontade como razão para salvar este homem. “Te digo”.
O que Ele diz ninguém pode contradizer. Ele, que tem as chaves do inferno e da morte te diz, “Te digo, hoje estarás comigo no paraíso”. (Lucas 23:43) Quem impedirá o cumprimento de Sua Palavra?
Ele sempre inicia sua prédica com, “Em verdade, em verdade”; e agora que está agonizando utiliza sua maneira favorita, e diz, “Em verdade”. Nosso Senhor não jurava; sua mais forte asseveração era, “Em verdade, em verdade”.
Por que você e eu não haveríamos de passar através dessa porta a seu devido tempo, vestidos com Seu mérito, lavados em Seu sangue, descansando em Seu poder? Em um destes dias os anjos dirão de ti e de mim, “Quem é este que vem do deserto apoiando-se no Amado?”
Mas tenha cuidado, Satanás quer enganar você! E não me assombraria se ele se aproximasse de alguns de vós quando termine o sermão, e lhes diga em voz baixa: “Vejam que podem ser salvos no último momento. Adiem o arrependimento e a fé; podem ser perdoados em seu leito de morte”. Senhores, vocês sabem quem é o que quer arruinar-vos com esta sugestão. Aborreçam seu ensino enganador. Não sejam ingratos porque Deus é bondoso. Não provoquem ao Senhor porque é paciente. Uma conduta assim seria indigna e ingrata. Não corram um risco terrível simplesmente porque alguém escapou ao perigo tremendo. O Senhor aceitará a todos os que se arrependam; mas como sabem vocês que vão se arrepender? É verdade que um ladrão foi salvo, mas o outro se perdeu. Um é salvo, e portanto não podemos nos desesperar; o outro está perdido, e portanto não podemos nos vangloriar. Queridos amigos, confio que vocês não estão feitos de tão diabólica substância como para tirar da misericórdia de Deus um argumento para continuar no pecado. Se vocês o fazem, somente lhes posso dizer que a vossa perdição será justa; a haverão atraído sobre vocês mesmos.
Jesus salva com muita facilidade aos pecadores pelos quais Ele morreu com tanta dor. Jesus ama resgatar aos pecadores de sua queda no poço.
Se achega a nós cheio de ternura, com lágrimas em seus olhos, misericórdia em suas mãos, e amor em seu coração. Creiam que é um grande Salvador de grandes pecadores. 
A seguinte doutrina que Cristo prega desta maravilhosa história é a fé que se apropria da promessa. Este homem creu que Jesus era o Cristo. O que fez a seguir foi apropriar-se desse Cristo. O ladrão lhe disse: “Senhor, lembra-te de mim”.
Se nos conhecemos diante de Deus, não estamos suficientemente degradados em nós mesmos e por causa de nós mesmos? Depois de tudo, há alguém no mundo que seja pior do que nós quando nos vemos no espelho fiel da Palavra?
Toma ao Senhor para que seja teu, e o terás. Jesus é propriedade comum de todos os pecadores que se atrevem a tomá-lo.
Ele veio ao mundo para salvar aos pecadores.
O Reino do céu sofre a violência da fé que se atreve. Agarre-o, e Ele nunca se separará de ti.
O céu e o inferno não são lugares distantes. Podem estar no céu antes de outro “tic” do relógio, está tão perto. Que possamos rasgar esse véu que nos separa do desconhecido! Tudo está ali, e tudo perto.
Ele é capaz de salvar por completo, pois salvou ao ladrão que agonizava. O caso não teria sido exposto para alentar esperanças que Ele não poderia cumprir.

Deus abençoe sua vida!

FONTE
Todo direito de tradução protegido por lei internacional de domínio público
Sermão nº 2078— THE BELIEVING THIEF-  do volume 35 do The Metropolitan Tabernacle Pulpit,
Tradução: Junior Rubira
revisão: Marcus Paolo Diel Rios



terça-feira, 30 de junho de 2015

JESUS CRISTO - A aliança entre você e Deus

De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador.” (Hebreus 7: 22)
Você certamente já deve ter ouvido falar que algumas nações fazem alianças com outras para benefício mútuo.
Pessoas por vezes agem dessa mesma maneira. Elas mantêm um relacionamento de interesses com outras, para proveito próprio, a fim de permanecer em um cargo ou  alcançar objetivos que sozinhas não conseguiriam.
Agora pense comigo, se alianças firmadas entre homens são capazes de trazer benefícios, quanto mais uma aliança com Deus. A melhor noticia é que ELE deseja isso. Você pode até se perguntar, mas o que eu, um pecador, posso oferecer a Deus para que ELE queira se aliançar a mim?
Primeiramente, entenda que por si próprio não terá condições de firmar uma aliança com o TODO PODEROSO, mas somente por meio de JESUS CRISTO.
Deus fez muitas alianças com homens, os quais infelizmente não foram capazes de cumprir com sua parte no acordo.
Se você estudar a palavra de Deus, encontrará várias situações onde alianças são mencionadas e tantas outras onde elas foram quebradas pelos homens.
Mas Deus ama o homem, mesmo com todas as suas limitações e pecados.
ELE mesmo providenciou uma maneira de eternizar essa aliança, oferecendo o que possuía de mais precioso, SEU FILHO. Através Dele, firmou com os homens uma aliança de amor.
JESUS CRISTO foi designado por Deus para ser fiador de todo aquele que NELE crê e por meio DELE a aliança é firmada.
Você sabe o que significa ser fiador de alguém?
Segundo o dicionário Priberam é: "Pessoa que afiança outrem, tomando sobre si a responsabilidade de desempenhar a obrigação do fiado, se este a não cumprir."
Todos os dias, Deus olha para você e vê JESUS. Sim, ELE o enxerga através de JESUS, pois CRISTO se ofereceu como fiador para pagar o preço pelos pecados que eram seus. Como não amar um inocente, que se entregou para morrer em seu lugar? Por esse motivo a bíblia relata: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos 6:23)
JESUS ofereceu sua própria vida para que a aliança entre você e Deus fosse eterna. ELE pagou a dívida que você  alimentou com seus pecados.
DEUS ama você com amor eterno, por isso realizou a parte mais difícil.
O que você precisa fazer? Crer e obedecer.
Precisa crer que JESUS é suficiente, e que por meio DELE, a salvação é oferecida aos homens.  
Deve também lembrar de algo importante, quando você se alia a alguém, precisa conhecê-lo. Com CRISTO não é diferente, é possível fazê-lo por meio da bíblia e através de experiências pessoais com ELE.
Aceitar a aliança que Deus propôs por meio de Jesus é a melhor decisão que você poderia tomar.
Pense nisso e deixe o Espírito Santo mudar sua vida.

Deus abençoe você!

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Uma obra em andamento!

Algumas coisas precisam ser repetidas para serem aprendidas. Você é instruído através daquilo que ouve e vê. Por vezes o uso de ilustrações auxilia na assimilação de algo.
É difícil entender alguns processos da vida, mas gostaria de compará-la a uma obra que teve seu início, segue em andamento e um dia terá fim. Não importa se é uma construção gigantesca ou uma simples casa. O arquiteto é o mesmo e a obra ficará perfeita de acordo com o seu desejo e propósito.
No início de uma obra ou até mesmo durante sua execução, as coisas parecem um tanto bagunçadas não é mesmo?
As aparências por vezes causam desânimo pois encobrem o resultado final.
Mas se você acompanha-la em seu curso, perceberá que a cada nova etapa tudo vai ganhando forma. Para que atinja o esperado, tornam-se necessárias correções.
Você é uma obra em andamento! Mas Deus já conhece o resultado.
ELE está aperfeiçoando a obra DELE em sua vida.
 Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo. (Filipenses 1:6)
 “Você é uma obra em andamento e o mais importante não são as circunstâncias ou seus sentimentos, mas o compromisso de Deus em terminar o que ELE começou.” PPH
A fidelidade do PAI é um alto refúgio e descanso para a alma angustiada.
A obra pode não parecer formosa quando algo precisa ser derrubado, ou no momento em que está cheia de entulhos.
Eles precisam ser removidos para melhorar o ambiente. De igual maneira, dentro de você. Necessário é que alguns sentimentos sejam substituídos afim de que você cresça e se torne aquilo que Deus quer que você seja.
Tomemos novamente como exemplo o oleiro que dá forma ao barro. Ele sabe exatamente como trabalhar com a argila para que o produto final se torne o esperado. O barro apenas se permite moldar.
...Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão...(Jeremias 18:6)
Mas e quanto a você? Está disposto a ser modificado?  O resultado só poderá ser observado no final. Ciente disso, continuará confiando no trabalho do oleiro quando algo precisar ser retirado?
Não é o barro que determina qual será o produto final, e sim a vontade do oleiro.
Você consegue perceber Deus sendo Deus no início e meio da obra? ELE também o será no fim.
O processo se torna menos desgastante se existir entrega e confiança em quem está realizando a obra.
Confie, o sábio arquiteto do universo sabe exatamente como trabalhar.
Deixe que Deus seja Deus em sua vida. Se entregue nas mãos do oleiro, deixe-se moldar e se surpreenda com o resultado!
Deus abençoe sua vida!



segunda-feira, 25 de maio de 2015

Não pare!

Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses 3:14)
A distância entre você e seu objetivo deve ser percorrida até o fim.
Se chegar até um determinado ponto e não seguir em frente, de nada servirá seu esforço até aquele momento. Isso tanto nos objetivos terrenos quanto espirituais.
Imprevistos ou obstáculos não podem paralisá-lo, ou não alcançará o que almeja.
Quando você deseja algo é imprescindível que foque sua visão no alvo e persevere até alcançar. Se por algum momento desanimar e desistir, todo empenho anterior não terá servido para nada.
O percurso pode até ser árduo, mas vai valer a pena. Lembre-se de que seu esforço sempre estará relacionado a quanto esse objetivo é importante para você. Aquilo que se conquista com muito esforço geralmente tem mais valor.
Existe um ditado muito usado nesses dias que diz: Não crie expectativas, ser surpreendido é melhor do que ser decepcionado. Mas você já parou para pensar como seria triste não esperar que coisas boas aconteçam?
É importante acreditar no bem, nas boas atitudes, no amor, porém se receber o contrário de todas essas coisas, você não deve se perder em meio aos acontecimentos.
Não permita que suas expectativas tenham controle sobre sua vida, seu humor, conduta, caráter ou atitudes. Espere o bem, mas se ele não vier, faça-o aos outros.
Não permita que a expectativa frustrada lhe torne uma pessoa amargurada ou que roube sua fé. Como citou C.H. Spurgeon:" Os santos resistem a todo desalento, crendo que todas as coisas cooperam para o seu bem, e que, entre todas as coisas aparentemente ruins afinal florescerá uma verdadeira bênção - que, ou seu Deus operará um rápido livramento, ou, com toda certeza, os sustentará na provação, enquanto assim Lhe aprouver."
 Não pare! Falta pouco para seu milagre acontecer, lembre-se de tudo que passou até chegar aqui, renove suas forças e persevere.
Deus está no controle e você é filho DELE, portanto, nasceu pra vencer. Não pare de acreditar, pois o Deus que foi suficiente até agora, o será até o fim. Deus abençoe sua vida!
 

terça-feira, 19 de maio de 2015

Fortaleça suas raízes!

Você foi gerado através da perfeita vontade de Deus. Sua existência foi intensamente desejada e planejada por ELE. Deus plantou a semente da vida no coração do homem.
Um cristão só entende a grandeza do que recebeu, se o próprio Deus abrir seu coração para que compreenda. Por sua agradável vontade formou todas as coisas e com todo o amor que possui o criou.
Você precisa de Deus, pois o sopro de vida veio DELE. Quem melhor para entender e cuidar de algo do que aquele que o criou? ELE é capaz de suprir todas as suas necessidades.
Entenda que sua capacidade, força, destreza, coragem, confiança, dentre tantos outros atributos provém DELE.
Charles H.Spurgeon em um de seus sermões, faz uma analogia entre o cristão e o cedro do Líbano. Ele menciona que o cedro foi criado pela poderosa mão de Deus a qual também o tornou resistente, pois subsiste entre as altas rochas sem necessidade de que homem algum o regue, pois o próprio Deus supre as suas necessidades. De igual maneira, Deus provê força e sustento a todo que NEle confia.
O cristão, por diversas vezes precisa viver pela fé. Permanecer na total dependência do Senhor, sem colocar sua confiança “nos meios”, mas unicamente em Deus.
“O orvalho do céu é a sua porção e Deus o seu manancial.” C.H.Spurgeon
Deus tornou o cedro resistente às tempestades e ventos que tentaram derrubá-lo através da exposição, para que suas raízes se fortalecessem. Da mesma maneira, Deus instrui e protege você.  ELE lhe orienta, preserva sua vida e tudo aquilo que realmente tem valor. NELE você está bem guardado, não como uma planta criada em estufa, isolada e fora do seu verdadeiro meio, mas exposto, para que demonstre firmeza e resiliência, afim de que seja visto fazendo a diferença. Você é mais forte do que pensa e pode suportar muito além do que imagina. Sempre que se fizer necessário, Deus o protegerá debaixo de suas maravilhosas asas.
Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto. (Jeremias 17:8)
O Senhor deve ser o refúgio de todo cristão. Pois Ele verdadeiramente cuida dos seus.

Deus abençoe sua vida!






segunda-feira, 11 de maio de 2015

Aproveite as oportunidades!

Tudo o que te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças" (Eclesiastes 9:10)

Você é capaz, lembre-se disso! Se foi incumbido de fazer algo, é porque lhe foi concedida uma oportunidade e junto a ela, a um depósito de confiança que será realizado. Você já parou para pensar em quantos planos guardou em seu coração e não os concretizou? Deus lhe fornece a oportunidade de lutar por eles. Não se contente apenas em falar de seus sonhos, mas corra atrás deles até que se realizem.
De igual maneira, quando estiver ao seu alcance abençoar seu próximo. Faça-o! Ofereça aos outros aquilo que tem de melhor.
Como citou C.H.Spurgeon: “Uma boa ação é mais valiosa do que mil teorias brilhantes.
Não espere grandes oportunidades para agir, e sim comece pelas pequenas coisas. Não menospreze os pequenos começos, pois eles conduzirão você até os grandes.
Você tem o hoje, não o desperdice esperando algo grandioso acontecer para começar a viver. Não esqueça que o ontem já se foi, o amanhã ainda não chegou e nem se sabe ao certo se chegará.
Portanto empenhe-se no hoje, trabalhe, sonhe, realize conforme suas forças!
Pense em quantas coisas realizará, se a cada dia cumprir sua tarefa. Entregue-se de coração ao que faz, faça-o com amor. O amor sempre faz tudo frutificar e crescer.
Que você seja capaz de produzir frutos que permaneçam. E que eles cresçam como a árvore que hoje é uma simples semente e amanhã está carregada de alimento capaz de saciar outras pessoas.
Spurgeon também aconselha que “Sirvamos a Deus agora, mas tomemos cuidado com a forma como estamos realizando o que encontramos para fazer - "façamo-lo conforme as nossas forças". Façamo-lo prontamente; não desperdicemos nossa vida pensando que no que pretendemos fazer amanhã, como se isso pudesse compensar a inatividade de hoje. E, sobretudo, qualquer coisa que fizermos para Cristo, dediquemo-nos a ela com toda a nossa alma. Não demos a Cristo um pequeno trabalho depreciável, feito de maneira natural de vez em quando; mas, quando o servirmos, façamo-lo com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças.
Lembrando sempre que a força do cristão não está em si mesmo, pois ele é fraco. Sua força repousa no Senhor dos Exércitos. Então procuremos sua ajuda; continuemos com oração e fé, e, quando tivermos feito o que nossa mão tem para fazer, esperemos no Senhor por Sua bênção. O que fizemos assim será bem-feito, e não falhará em seus resultados.


Deus abençoe sua vida!

Prepare-se!

E o rei lhes determinou a ração de cada dia, das iguarias do rei da do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, para ...