segunda-feira, 5 de abril de 2010

Salmos 39

1 Disse eu: Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua; guardarei a minha boca com uma mordaça, enquanto o ímpio estiver diante de mim.
2 Com silêncio fiquei qual um mudo; calava-me mesmo acerca do bem; mas a minha dor se agravou.
3 Incendeu-se dentro de mim o meu coração; enquanto eu meditava acendeu-se o fogo; então com a minha língua, dizendo;
4 Faze-me conhecer, ó Senhor, o meu fim, e qual a medida dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou.
5 Eis que mediste os meus dias a palmos; o tempo da minha vida é como que nada diante de ti. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade.
6 Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as levará.
7 Agora, pois, Senhor, que espero eu? a minha esperança está em ti.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio do insensato.
9 Emudecido estou, não abro a minha boca; porquanto TU o fizeste.
10 Tira de sobre mim o teu flagelo; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
11 Quando com repreensões castigas o homem por causa da iniqüidade, destróis, como traça, o que ele tem de precioso; na verdade todo homem é vaidade.
12 Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, um peregrino como todos os meus pais.
13 Poupa-me, até que eu tome alento, antes que me vá e não exista mais.



Enquanto se espera por algo, necessário é que se tome muito cuidado com um pequeno membro capaz de fazer estragos irreparáveis: a língua.
Se não a refrearmos, certamente pecaremos contra o Senhor através da murmuração. Fatores tais como: tempo de espera e circunstâncias, exercem influencia sobre a natureza humana que passa a revelar uma forte tendência a revolta e murmuração. Precisamos colocar uma “mordaça” em nossa boca e esperar, seja qual for o tempo que o Senhor quer que esperemos.
Quando conhecemos a medida de nossos dias e quão frágeis somos, passamos a depositar nossa esperança não em coisas corruptíveis, as quais não poderemos levar conosco quando chegar a hora de partirmos. Isso não quer dizer que não devamos desejar coisas boas aqui, não é o que diz a palavra de Deus. Ela nos revela que o Senhor nos ama e quer que tenhamos o melhor desta terra.
Mas precisamos ter uma escala de valores.
Nosso coração deve priorizar e almejar com todas as forças uma comunhão e um relacionamento íntimo com DEUS através de JESUS CRISTO. Isso certamente fará toda a diferença em nossa existência.
Quando visualizamos nossa fragilidade, passamos a esperar no Senhor, pois o tempo aqui é nada comparado com a eternidade. Sem Jesus, e sem esperar NELE, o que nos aguardará quando nosso tempo aqui findar?

Pense nisso!!!

Que JESUS abençoe sua vida.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Enquanto espero...

"Enquanto espero, sigo caminhando...
Sigo em frente, embora seja doloroso..."
Como é possível caminhar enquanto se espera? Confiando...perseverando...acreditando...
Quando estamos convictos da firmeza do caráter da pessoa na qual depositamos nossa confiança!
Perseverar, segundo o dicionário Priberam significa: "Conservar-se fime, constante (num sentimento, numa resolução), Continuar, persistir numa opinião".
Conservo-me firme, pois eu sei em quem tenho crido e sei que ELE é poderoso pra fazer muito além daquilo que espero.
Uma definição precisa de "confiar", é: "entregar (algo) a alguém sem receio de perder ou de sofrer dano".
Confio plenamente no caráter da pessoa na qual depositei minha confiança. ELE não muda, o que determinou fazer, certamente fará.
Meus olhos não estão focados no tempo de espera, mas sim  NAQUELE que me dará tudo o que estou esperando.
Meu amor independe do que ELE pode me dar, porque o amo pelo que ELE é. Por isso aguardo confiantemente. A dor é suportável, quando se ama e confia. Fico a imaginar... Como Calebe foi capaz de esperar 45 anos para receber o cumprimento da promessa? (Josué 14:7 e 10) E a resposta vem rapidamente...
Porque ele confiava NAQUELE que prometeu. Seu coração tinha certeza de que ELE cumpriria o que havia prometido!!! Uma das definições de "certeza" pelo Priberam é "adesão absoluta e voluntária do espírito a um fato, uma opinião". Estou confiando em ti JESUS...com toda a minha alma! Eu sei quem TU és. "Vou seguir em frente com ousadia e confiança, dando cada passo em obediência...só sei que enquanto espero...eu o Seguirei...enquanto espero eu TE adorarei Senhor!"

segunda-feira, 29 de março de 2010

Uma importante decisão!

O ciclo humano tem início a partir do momento de sua concepção e estende-se ao longo de sua vida. Deus nos formou dotados de inteligência, sentimentos e poder de decisão. Durante todas as fases da vida somos instigados a tomar decisões. Decidimos sobre várias coisas, dentre elas: gostos, opiniões, relacionamentos. A medida em que ocorre nosso crescimento, passamos a ter sonhos, começamos a traçar planos e objetivos. Então chega a hora... hora essa em que optamos por constituir uma família. Serão dois que se juntarão para formar uma só carne, e não serem mais dois e sim um. Não é uma decisão fácil para quem compreende a seriedade desse ato. Hoje o que vemos é uma sucessão de separações, lares despedaçados, corações feridos e famílias destruídas.
Então nos questionamos, como devemos agir para que não aconteça o mesmo conosco? Eu acredito que quando as pessoas tomam essa decisão, não a tomam para desfazer depois. Mas por que então existem tantas separações? Estive lendo um livro escrito pelo Pr Silas Malafaia que me ajudou a entender alguns dos motivos que levam um casamento ao fracasso. Tentei sintetizar o texto, embora o assunto seja de grande relevância. Seguem abaixo algumas de suas considerações:

Tópicos extraídos do livro “12 Principais motivos que levam o casamento ao fracasso” escrito pelo Pr “Silas Malafaia”.

“A família é a matriz social, a mais importante agência socializadora, que transfere para os filhos a herança biológica, psicológica, cultural e espiritual dos pais. A família é um projeto de Deus e alvo de seu amor. É nela que o ser humano aprende a amar e a relacionar-se consigo mesmo e com o outro. O início de uma nova família dá-se através do casamento.” Com base nessa realidade, é importante para o casal edificar um relacionamento profundo, harmônico, saudável e verdadeiro, com base na sólida e imutável palavra de Deus.
Existem vários motivos que levam um casamento ao fracasso mas dentre eles, destacamos 12, por considera-los mais graves e freqüentes, causando desgastes irreparáveis ao relacionamento conjugal e familiar.
*FALTA DE AMORPodemos definir o casamento como a união voluntária e estável de um homem com uma mulher, nas condições sancionadas pelo direito, de modo que se estabeleça uma família legítima; o vínculo conjugal entre um homem e uma mulher, para o qual se pressupõe haver uma convivência harmoniosa, respeito, diálogo, objetivos comuns entre as partes aliançadas. Biblicamente, o casamento é a união entre um homem e uma mulher maduros, que deixaram emocional e geograficamente os pais, para serem uma só carne e formar uma nova família, conforme a determinação de Deus em (Gênesis 2:24), ratificada por JESUS em (Mateus 19:5).
O amor é a essência de Deus e a base de todos os relacionamentos saudáveis, profundos e verdadeiros. Quando falamos de amor, não estamos referindo-nos meramente a um sentimento de bem-estar e bem-querer ao outro em relação ao qual temos empatia e simpatia, e sim algo profundo, enraizado em Deus e eterno como ELE. Estamos referindo-nos ao amor Ágape, descrito em (1 Corintios 13:4-7); um amor que nos faz ser benignos, misericordiosos, verdadeiros, e NÃO invejosos, murmuradores, facciosos, injustos; um amor que nos permite tratar o outro com carinho, consideração, respeito, longanimidade, e NÃO com leviandade, soberba, indecência, egoísmo, irritação; um amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. É precisamente esse amor Divino, somado ao amor Eros , o amor conjugal, que mantém um casamento saudável, harmônico e feliz. Só o amor Ágape , nos faz ser altruístas, tolerantes e abnegados; buscar não o nosso interesse, mas o interesse e o bem-estar do outro; ter paz, equilíbrio e vencer as crises.
Se você deseja um casamento sólido, duradouro e feliz, cultive e demonstre o amor não apenas com palavras, mas com atitudes que atestem a veracidade do seu sentimento e compromisso com Deus e com quem você fez aliança, prometendo amar incondicionalmente.* FALTA DE COMPATIBILIDADE
Compatibilidade é a capacidade de pessoas ou grupos de pessoas de unir-se e funcionar em conjunto, promovendo o bem e o crescimento mútuo. Ser compatível com alguém é ter objetivos comuns e cooperar com esse outro em prol desses objetivos, para o bem comum.
“Daí a exortação de Paulo a que não nos prendamos a um jugo desigual em (2 Corintios 6:14-16). Deus nos aconselha a não aceitar um jugo desigual porque o peso do injusto recairá sobre o justo; ambos se estranharão e não conseguirão chegar a um lugar comum. “Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3)
Em outras palavras, biblicamente falta de compatibilidade é o conflito de interesses e propósitos, e não meras diferenças de personalidade e de opinião.
A palavra chave para definir incompatibilidade de gênios é o Egoísmo. O problema é que muitas pessoas casam para ser felizes, e não porque são felizes e querem fazer feliz a quem amam; assim, a maioria acaba decepcionada. “O amor não busca seus próprios interesses” (1 Corintios 13:5).
Quando há amor genuíno, os cônjuges prezam um ao outro, naturalmente cedem em favor do outro, toleram e superam suas diferenças, perdoam as faltas e seguem em frente, porque entendem que melhor é serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. Porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro [...] ;se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão... (Eclesiastes 4:9-12).
Eles caminham juntos, amadurecem emocionalmente e crescem em todas as áreas; afinal, não se acham superior ao outro; antes, sabem que são diferentes um do outro, e usam essa diferença a seu favor. Isto quando o homem e a mulher são emocionalmente maduros para compreender que não se casaram com um espelho, que refletirá a imagem narcísica deles, nem com a sua mãe ou seu pai, que continuará a adivinhar e a fazer todas as suas vontades. Ambos os cônjuges precisam conhecer os pontos fortes e os fracos um do outro, ser pacientes, humildes, generosos e estar dispostos a ceder, a fim de preservar o bom relacionamento. Até porque, quando apenas um cede, há desequilíbrio emocional, que posteriormente pode levar a união à ruína.
*FALTA DE COMUNICAÇÃOA falta de diálogo, de comunicação entre os cônjuges, devido ao excesso de trabalho, as divergências em casa ou simplesmente porque os cônjuges não criaram o hábito de dialogar, compartilhando seus sentimentos, sonhos, sua vontades e predileções um com o outro é um sério problema. Assim muitos mal-entendidos vão acontecendo, a distancia entre os dois vai aumentando e o amor vai esfriando, podendo por fim ao casamento.
Quem se comunica tem o poder de transformar, influenciar, convencer, comover, sensibilizar, esclarecer e marcar sua presença no mundo. Mas como alguém conseguirá sensibilizar, comover e convencer seu cônjuge, se não dialogar com ele?
Abra o coração para ouvir o outro e aprenda a compartilhar o que pensa, sente e deseja com ele, com sinceridade e na hora certa, pois como nos ensina a Palavra de Deus, “como maças de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Provérbios 25:11)
Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com seus feitos. (Colossenses 3:9)
Quando um relacionamento encontra mentiras e/ou omissão sobre coisas essenciais, ele é minado com a desconfiança. A mentira fere, desnuda e afasta.
A verdade é um dos atributos de Deus e uma das bases que sustenta o seu Reino; é também uma arma espiritual importantíssima a ser usada com sabedoria pelo cristão.
* VIOLENCIA VERBAL E FISICAHá casais que além de não dialogarem; só se falam para provocar e agredir um ao outro com palavras hostis e depreciativas que, por vezes, descambam em agressão física também.
E depois de ultrapassado esse limite, dificilmente um cônjuge terá respeito pelo outro e confiança para abrir seu coração. As nossas palavras podem destruir ou construir um relacionamento. Nos momentos de nervosismo, os cônjuges devem lembrar-se que a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15:1)
Marido e mulher devem ter grande cuidado com o que falam durante uma discussão, pois uma única palavra pronunciada de forma errada pode magoar o coração de quem tanto amam, criar uma barreira e afasta-lo para sempre. Palavras impensadas causam traumas. Se há mágoa ou algum mal-entendido, não durma sem conversar com seu cônjuge a respeito. Não espere muito tempo para resolver problemas conjugais, pois pode ser tarde demais.
*FALTA DE INTIMIDADEA expressão uma só carne faz referencia a união sexual, a geração de filhos, a intimidade espiritual e emocional, a demonstração de respeito mútuo. Além disso, na união conjugal, o caráter de deus é manifestado pela submissão mútua dos cônjuges em amor.
1- O marido deve ser benevolente com a mulherOs dois devem se satisfazer sexualmente.
2 - Os cônjuges não podem vedar seu corpo um ao outroO corpo da mulher pertence ao marido, e o corpo do marido pertence a mulher. (1 Corintios 7:4)
3 - A sexualidade não deve ser suprimida na vida do casalNão vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes a oração; e depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência. (1 Corintios 7:5) Abstinência pode ser feita, mas não por muito tempo e nunca sem o consentimento dos dois.
4 - Ninguém pode ditar regras na intimidade do casal além dele próprio.
Somente os cônjuges podem decidir o que pode ser feito na intimidade do casal.
A bíblia nos diz que o leito deve ser sem mácula, ou seja, um leito onde haja fidelidade e a única condição imposta por Deus para a relação sexual é o compromisso do casamento heterossexual e monogâmico.
5 - A mulher tem preferência na relação íntima.
Em (1 Pedro 3:7), o apóstolo diz que a mulher tem preferência na relação intima, recebendo honra como vaso mais fraco. Esse princípio é enfatizado para que o homem não use de violência e diga a esposa: “Eu quero fazer isso com você; se não concordar, vou fazer a força, porque seu corpo me pertence”. Por isso Deus sabiamente estabeleceu um limite, dando preferência a mulher, e não ao homem, durante a relação sexual.* A INFIDELIDADE
O adultério é tão abominável aos olhos de Deus que, em toda a bíblia, há severos juízos para quem cometo este ato pecaminoso. No Antigo Testamento, o adúltero era punido com a morte (Levítico 20:10; Deuteronômio 22:22). No Novo, Jesus oferece perdão aos adúlteros arrependidos, advertindo-os a não cometerem mais tal pecado. (João 8:3-11)
Se você ainda não casou, ore, consagre sua vida, busque a vontade do Senhor. Não se precipite em tomar decisões carnais, deixando-se influenciar apenas pela beleza física, pelos talentos ou pela riqueza de alguém na hora de escolher seu cônjuge, para depois não se arrepender e tentar desfazer a união por falta de amor ou de compatibilidade. Se você é casado e está passando por problemas com seu cônjuge, não desista de lutar por seu matrimônio nem ceda as tentações que o cercam.
*INVERSÃO DE PAPÉISDe um modo geral, podemos afirmar que o homem é mais lógico e racional do que a mulher.
O papel social designado por Deus para o homem em (Gênesis 2:15), é o de proteger, prover e liderar. O Senhor o capacitou para lavrar, cuidar e proteger o jardim do Éden. Todas as regras foram dadas a ele por Deus. Por isso, após a queda, o Senhor não cobrou essa responsabilidade da mulher. Quando Adão e Eva desobedeceram a ordem de Deus, Deus dirigiu primeiro a palavra ao homem (Gênesis 3:9), pois pesava sobre este a responsabilidade de desempenhar bem seu papel como líder, protetor e provedor do jardim.
Assim até hoje quando o homem não cumpre suas atribuições, transferindo para a esposa a responsabilidade dele como líder e provedor, enfrenta problemas em casa.
Biblicamente falando, compete a mulher ser adjuntora, ou seja, auxiliar na proteção, na provisão e na liderança do lar. A mulher foi criada com intuição e sensibilidade mais aguçadas que as do homem, para equilibrar os relacionamentos familiares, agindo como uma sábia mediadora, trazendo equilíbrio e harmonia ao lar. Por isso em (Provérbios 14:1) é dito que toda mulher sábia edifica a sua casa. A mulher edifica a casa, mas compete ao homem fornecer o material para sua edificação. O esposo coopera com ela.
A lei da reciprocidade é impressionante e precisa ser observada no casamento. O homem não deve aproveitar-se de sua função de provedor, protetor e cabeça da família para “pisar” a mulher. Em vez disso, precisa reconhecer a sensibilidade feminina e conquistar sua esposa com amor. A mulher vai refletir e dar aquilo que recebe. Se ela receber carinho, se for elogiada, valorizada, devolverá da mesma forma ao marido.
*INDEPENDENCIA TOTAL DOS CONJUGES
A partir do momento que se opta pelo casamento não existe mais “meu” ou “seu”, existe o “nosso”. Quem não quer dar satisfações de onde vai, com quem vai, ou a que horas retorna ao seu cônjuge deveria ter permanecido solteiro, pois a vida a dois exige satisfações e decisões em comum acordo com o cônjuge. Se não houver isso, entra a desconfiança, minando o relacionamento e contribuindo para o fracasso do casamento.
*A MÁ ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
O descontrole das finanças é outro problema que tem levado muitos casamentos a crise e a dissolução, pois sempre querem saber de quem é a culpa. É algo que o casal deve tomar cuidado. Deus criou a mulher com estrutura emocional diferente da do homem, para que ela se sinta protegida e segura ao lado dele.
* O DESRESPEITO E AS INTERFERÊNCIAS EXTERNAS
O desrespeito ocorre quando os cônjuges não acatam os direitos de cada um ou não consideram e criticam a opinião um do outro. E as interferências externas, normalmente, acontecem quando um pai, mãe, familiar ou um amigo dos cônjuges quer intrometer-se em assuntos que dizem respeito apenas ao casal. O desrespeito dentro de casa começa quando um diz: “não quero” e outro insiste: “mas eu quero e vai ser assim”. Se o cônjuge não gosta de um tipo de alimento, filme, passeio, não queira impor-lhe isso, pois o direito e a opinião dele precisam ser considerados e respeitados, afim de que os seus também sejam e a união conjugal não seja prejudicada. Se tentar impor seus gostos e pontos de vista, estará demonstrando desrespeito pela opinião do outro e comprometendo a sua harmonia conjugal.
*A PREFERÊNCIA POR UM DOS FILHOSQuando existe preferência por um dos filhos, normalmente um dos pais diz não para tudo que o filho faz, enquanto o outro diz sim. Os cônjuges começam a discutir, alegando que um está tirando a autoridade do outro. Em vez de discutir na frente dos filhos o casal deve procurar a melhor maneira de educa-los criando-os no temor do Senhor e evitando problemas. Existem pais que tratam os filhos de forma tão diferenciada, que nem se importam em deixar transparecer isso, ignorando que os filhos sofrem muito quando percebem que o pai prefere um filho, a mãe outro, passando a nutrir sentimentos de menos valia, ódio, rancor, vingança, que podem desembocar em dissimulação, mentiras, incapacidade de expressar amor, predisposição ao isolamento, fuga da realidade, amizades com pessoas perigosas, uso de álcool e drogas. Isso acontece porque os filhos passam a abrigar sentimentos e rejeição e injustiça, que deixarão marcas terríveis em sua personalidade ainda em formação.
*NÃO PRIORIZAR DEUS E AS COISAS ESPIRITUAISOutro fator que tem levado muitos casamentos ao fracasso é o casal não priorizar Deus e as coisas espirituais, permitindo que o mundo dite os padrões e valores que regem sua vida conjugal e familiar. No (Salmo 127:1) diz: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam”. Se Deus sair de nossa rotina, não conseguiremos superar os inúmeros desafios da vida e do casamento. Só Deus pode edificar nossa casa. Para que ela seja um pedacinho do céu e um lugar de felicidade, benção e harmonia, temos de dar ao Senhor o primeiro lugar em nosso coração.
Não faça do divórcio um atalho para tentar fugir dos problemas. O divórcio é uma ruptura violenta e dolorosa entre duas pessoas que viviam como uma só carne; ruptura que traz um trauma terrível aos separados e aos filhos. Faça de Deus a prioridade em sua vida, em seus relacionamentos, em seu lar.
Que o Senhor abençoe sua casa e seu casamento! Que este motive outros a casarem-se e sirva de referencial para muitos! Que seu lar seja um pedacinho do céu! Que seus filhos sejam saudáveis, obedientes e felizes, e a sua geração seja poderosa nesta terra, em nome de Jesus!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Durante a tempestade...

Sobre a face tão clara do céu um tom escuro vai se impondo, tomando lugar...
O que era nítido, vai sendo encoberto pela escuridão.
E quão terrível é a testemunhar a aproximação de uma tempestade...
Tudo fica triste...A beleza que antes era visível, fica camuflada, oculta...
É tão doloroso olhar e não ver o sol brilhar...apenas sentir o frio do vento e a frieza da água...
Dias difíceis...tempos de crise...Olhos que não secam por causa das lágrimas...
Mas a tempestade não dura para sempre, ela não pode impedir o tempo de calmaria...
Ele vem...então o cenário muda, e o que estava encoberto torna a ser visto...só que não está como antes...
Aconteceram algumas mudanças que a ausência da tempestade jamais poderia proporcionar!
Spurgeon escreve algumas palavras referentes ao periodo posterior a tempestade em uma de suas meditações.
"é agradável passar em um lugar depois que uma tempestade passou, para sentir o frescor das ervas depois que a chuva já passou, e observar as gotas, enquanto elas brilham como diamantes na mais pura luz do sol". "Essa é a posição de um cristão. Ele está passando por uma terra onde a tempestade passou-se sobre a cabeça do Salvador, e se há algumas gotas de tristeza caindo, elas destilam das nuvens de misericórdia e exclamações que Jesus lhe dá a garantia de que elas não são para sua destruição."
Eu creio dessa forma...a tempestade irriga as terras de meu coração fazendo com que se tornem férteis e produzam bons frutos. Ela varre para longe as folhas e galhos secos a fim de que não impeçam que os brotos novos rebentem...
Meu amado Salvador Jesus Cristo ordena e a tempestade é obrigada a se acalmar...
Ele não permitirá que ela me destrua...mas estará comigo enquanto eu estiver no meio dela!
Tenho esperança...portanto mantenho-me na expectativa de um novo tempo.
É só um período...vai passar...confio NAquele que faz todas as coisas por mim!
Em todas as coisas...ELE me faz muito mais que vencedora...

♥ EU TE AMO JESUS ♥


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Oração eficaz!

Existe algo que você precisa obter do Senhor? Argumente...exponha as razões que indiquem a necessidade de tal benção diante de DEUS em oração...ELE já sabe, mas determinou que fosse assim para que pudéssemos manter um relacionamento mais estreito com o DEUS TODO PODEROSO! Fazendo isso você comprovará que realmente valoriza o que está pedindo...
Mas acima de tudo, prefira sempre a vontade de Deus, ela é infinitamente melhor que a sua...
Seguem algumas coisas que aprendi com o amado irmão Spurgeon.

Trechos extraídos do Livro “ORAÇÃO EFICAZ” de Charles Haddon Spurgeon

"Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo, e pudesse chegar ao seu tribunal! Exporia ante ele a minha causa e encheria a minha boca de argumentos. "
- Jo 23:3,4

O supremo desejo de um aflito filho de Deus é, uma vez mais, ver a face de seu Pai. Seu primeiro e mais profundo clamor é, "Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo - aquele que é o meu Deus! - e pudesse chegar ao Seu tribunal!" Os filhos de Deus correm para casa quando chega a tempestade. É instinto natural de uma pessoa salva buscar abrigar-se de todos os males sob as asas do Senhor. Um hipócrita, quando sente que foi afligido por Deus, se revolta contra a aflição e, como um escravo, foge de seu mestre que o açoitou; o mesmo, no entanto, não acontece com um verdadeiro herdeiro do céu; ele beija a mão que o castigou e busca abrigar-se da vara no seio do mesmo Deus que lhe havia repreendido. Você perceberá que o desejo de ter comunhão com Deus se intensifica devido terem fracassado todas as outras fontes de consolação. Nada nos ensina melhor quão precioso é o Criador, do que a percepção da futilidade de tudo que nos cerca. Algumas vezes a alma redimida é privada da confortável presença de Deus. Esta é a pior de todas as tristezas; o clamor neste texto é um dos gemidos mais profundos de Jó, muito mais profundo do que qualquer outro que tenha surgido por causa da perda de seus filhos e propriedades: "Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!" Você pode ser amado por Deus e não ter consciência desse amor em tua alma. Quando por alguns momentos a alma do crente sente-se privada da presença confortadora do Altíssimo ela clama: "Não, é a minha própria vida, preciso ter o meu Deus. Pereço, atolo-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé, e nada a não ser o braço de Deus pode me libertar". A alma agraciada se empenha com zelo redobrado para encontrar a Deus, e envia aos céus seus gemidos, súplicas, soluços e suspiros com mais freqüência e mais fervor. Jó no texto acima desejava suplicar ante Alguém que o ouviria e o ajudaria. "Com boa ordem exporia ante ele a minha causa, e a minha boca encheria de argumentos".
Assim como um peticionário não vai a uma corte impulsivamente, sem antes pensar no que vai dizer, mas entra na sala de audiências com seu processo bem preparado, tendo também aprendido como deve se comportar diante da grande autoridade a quem vai apelar, da mesma forma é bom que nos aproximemos do trono do Rei dos reis, tanto quanto possível, com premeditação e preparação, sabendo o que fazemos, qual a nossa posição e o que desejamos obter. Em tempos de perigo e aflição podemos correr para Deus da forma como estamos, assim como a pomba voa para uma fenda na rocha, mesmo que suas penas estejam arrepiadas; mas em tempos normais não deveríamos nos aproximar dEle com espírito despreparado. Veja ali o sacerdote; ele tem um sacrifício para oferecer, porém não se apressa para o pátio dos sacerdotes a fim de picar o novilho com o primeiro machado em que puder pôr a mão. Pelo contrário quando se levanta lava seus pés na bacia de bronze, coloca suas vestimentas e se enfeita com seus trajes sacerdotais. Então ele se achega ao altar com sua vítima adequadamente dividida de acordo com a lei. Sendo cuidadoso em fazer de conformidade com o mandamento, mesmo em coisas simples tais como onde colocar a gordura, o fígado e os rins. Deus nos livre de que nossa oração seja somente saltar da cama, ajoelhar-nos e dizer qualquer coisa que venha à mente. Pelo contrário, que possamos esperar no Senhor com santo temor e reverência. Davi se expressa da seguinte forma: "Pela manhã ouvirás a minha voz, ó Senhor; pela manhã me apresentarei a ti, e vigiarei" (Salmo 5:3). Sempre lhes tenho explicado isso como significando pôr em ordem de batalha seus pensamentos tais quais homens de guerra, ou apontar suas orações como se fossem flechas. É muito apropriado para nós sentirmos que agora estamos fazendo algo real; sentirmos que estamos nos dirigindo a Deus, a Quem não podemos ver, porém que está realmente presente; a Quem não podemos tocar ou ouvir, nem por meio de nossos sentidos perceber, a Quem, entretanto, está conosco tão realmente como se estivéssemos falando com um amigo de carne e osso. Sentindo a realidade da presença de Deus, nossa mente será conduzida pela graça divina a um estado de humildade; sentir-nos-emos como Abraão quando disse: "Eis que agora me atrevi a falar ao Senhor, ainda que sou pó e cinza". Assim sendo, não faremos nossas orações como garotos que repetem suas lições de forma rotineira, muito menos falaremos como se fôssemos rabinos instruindo nossos alunos, ou como alguns fazem, com a aspereza de um assaltante parando alguém na estrada e obrigando-o a entregar-lhe sua bolsa; mas seremos humildes suplicantes, embora ousados, humildemente importunando a misericórdia mediante o sangue do Salvador. Não teremos a reserva de um escravo, mas a cândida reverência de uma criança, contudo não uma criança imprudente, impertinente, e sim uma criança obediente e dócil, honrando seu Pai, e portanto rogando sinceramente, com respeitosa submissão à vontade de seu Pai. Quando sinto que estou na presença de Deus e tomo o meu devido lugar ali, a próxima coisa que faço é reconhecer que não tenho direito algum àquilo que estou buscando e não posso recebê-lo, exceto como um dom da graça. Devo reconhecer também que Deus limita o canal através do qual me concede misericórdia - Ele o fará por meio do Seu amado Filho. Portanto, quero me colocar sob a proteção do grande Redentor. Quero sentir que agora não sou mais eu que falo, mas Cristo fala comigo e que, enquanto suplico, faço-o através de Suas chagas, Sua vida, Sua morte, Seu sangue e Seu ser. Parece-me que a oração deve ser clara, o pedir por alguma coisa definida e claramente, pois a mente percebe sua necessidade premente de tal coisa, e portanto deve suplicar por ela. Não é bom usar de rodeios na oração, mas ir direto ao assunto. Ordenar nossa causa nos levaria a uma maior clareza de pensamento. Você está diante do Senhor; sejam poucas as tuas palavras, mas seja cheio de fervor teu coração. É preciso examinar a bênção que deseja para saber se ela é algo apropriado a ser pedido, pois algumas orações jamais seriam feitas se os homens apenas refletissem. Deve haver junto com a oração aceitável o santo sal da submissão à vontade divina. 1) profunda espiritualidade que reconhece a oração como sendo conversa real com o Deus invisível - clareza que evidencia realidade na oração, pedindo por aquilo que sabemos necessitar; 2) muito fervor, crendo que é realmente necessário aquilo que desejamos, estando dispostos a obtê-lo pela oração, desde que seja possível tê-lo por meio da mesma; 3) acima de tudo isso, completa submissão, deixando-o ainda com a vontade do Mestre. Tudo isso deve ser amalgamado e então terá uma idéia clara do que é ordenar sua causa diante de Deus. Ainda mais, a oração em si mesma é uma arte que somente o Espírito Santo pode nos ensinar. Rogue pela oração - ore até que consiga orar, ore para ser ajudado a orar e não abandone a oração porque não consegue orar, pois nos momentos em que você acha que não pode orar, é que realmente está fazendo as melhores orações. As vezes quando você não sente nenhum tipo de conforto em suas súplicas e seu coração está quebrantado e abatido, é que realmente está lutando e prevalecendo com o Altíssimo.
Quando nos aproximamos da porta da misericórdia, argumentos convincentes são as batidas na argola que fazem com que a porta se abra. Deus exige que pleiteemos com Ele e apresentemos nossas razões fortes, como diz Isaías, pois isso mostrará que valorizamos a bênção. Quando um homem busca argumentos em favor de uma determinada coisa é porque ele atribui importância àquilo que está procurando. O argumento bem sucedido está sempre fundamentado sobre a graça, e daí a alma que assim suplica começa a entender intensamente que é pela graça, e graça somente, que um pecador obtém algo do Senhor. Orar é subir em asas de águia acima das nuvens e chegar ao céu claro onde Deus habita. Orar é tomar o céu nos braços, é abraçar a Deidade dentro da alma e sentir o corpo feito o templo do Espírito Santo. Independente da resposta, a oração em si mesma é uma bênção. Orar é desfazer-se de seus fardos, despir-se de seus trapos, lançar fora suas enfermidades, ficar cheio de vigor espiritual, alcançar o mais alto ponto da saúde cristã. Seguem alguns argumentos que tem sido usado com grande sucesso diante de Deus:
Os atributos de Deus
Assim sendo, eu e você podemos nos agarrar, a qualquer instante, à justiça, misericórdia, fidelidade, sabedoria, paciência e ternura de Deus, e descobriremos que todos os atributos do Altíssimo são, em certo sentido, um grande aríete com o qual poderemos abrir as portas do céu.
As promessas de Deus
E tendo Deus falado, não o fará? "Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso". Não será Ele verdadeiro? Não manterá Ele Sua palavra? Porventura não permanecerá de pé e não será cumprida toda palavra que sai de Seus lábios? Josué disse : "Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de Israel: tudo se cumpriu" (Josué 21:45)”. Deus deseja cumpri-la; de outra forma não a teria proferido.
O grande nome de Deus
Moisés argumentou com Deus: "O que farás pelo Teu grande nome? Os egípcios dirão: porquanto o Senhor não podia pôr este povo na terra que lhes tinha jurado; por isso os matou no deserto." Há algumas ocasiões em que o nome de Deus está intimamente ligado à história do Seu povo. Tomemos, por exemplo, o caso do nosso respeitado irmão, o Sr. Jorge Müller, de Bristol. Durante muitos anos ele declarou que Deus ouve e atende as orações e, firme nessa convicção, construiu casa após casa para abrigar órfãos. Posso imaginar, portanto, que se ele estivesse necessitando de meios para o sustento daquelas mil ou duas mil crianças, teria usado o seguinte argumento: "O que farás pelo Teu grande nome?" Ezequias, rei de Judá, fez muito bem quando pegou a carta de Rabsaqué e a expôs diante do Senhor. Pois apartir do momento em que ele apresentou diante de Deus seu argumento, não era mais o pobre insignificante Ezequias com seu pequeno grupo de soldados que lutariam contra Rabsaqué, mas sim Jeová, O DEUS DOS DEUSES e SENHOR DOS SENHORES.
O Passado
Estamos tratando com um Deus imutável, que fará no futuro o que fez no passado, pois nunca muda de propósito e o Seu desígnio não pode ser frustrado. Podemos até mesmo usar nossa própria indignidade como argumento com Deus. Davi em determinado lugar argumenta da seguinte forma: "Senhor, perdoa a minha iniqüidade, pois é grande". Esse é um modo especial de raciocinar, mas sendo interpretado significa: "Senhor, por que farias coisas pequenas? Tu és um grande Deus e eis aqui um grande pecador. Eis uma oportunidade em mim para demonstrar a Tua graça. A enormidade do meu pecado faz de mim um palco para manifestar a grandeza da Tua misericórdia. Permite que a grandeza do Teu amor seja vista em mim." Sou tão pequeno, e desde que a grandeza da Tua misericórdia pode ser mostrada em alguém tão insignificante e tão vil, ó Deus, então tenha misericórdia de mim".
E agora chegaremos no ponto mais importante de todos. O fundamental.
O sofrimento, morte, mérito e intercessão de Cristo Jesus
Receio que não estamos compreendendo o que está à nossa disposição quando somos permitidos suplicar a Deus baseados nos méritos de Cristo. Quando pedimos a Deus que nos ouça, enquanto invocamos no nome de Cristo, geralmente queremos dizer: "Ó Senhor, Teu amado Filho merece isso de Ti; faze-o para mim porque Ele merece". Mas se nós soubéssemos poderíamos ir adiante. Suponha que você tenha um armazém na cidade e diz a mim: "Meu amigo, vá até o meu escritório e use o meu nome e diga que devem lhe dar o que deseja". Eu poderia ir e usar o teu nome e obteria o meu pedido como uma questão de direito e de necessidade. Isto é virtualmente o que Jesus Cristo diz a nós. "Se você necessita algo de Deus, tudo o que o Pai tem pertence a Mim; vá e use Meu nome." Quando você tem o nome de Cristo, a quem a própria justiça de Deus é devedora, e cujos méritos fazem reivindicações diante do Altíssimo, não há necessidade de falar com medo, temor ou com o fôlego suspenso. Não fique indeciso e não deixe que a fé vacile! Quando você pleiteia no nome de Cristo, está usando algo que balança as portas do inferno e ao qual os exércitos do céu obedecem. Seria melhor se em tuas orações você pensasse mais nos sofrimentos e tristezas de Cristo. Apresente diante do Senhor as Suas chagas; fale ao Senhor sobre Seus clamores; faça com que os gemidos de Jesus clamem novamente do Getsêmani, e Seu sangue fale novamente desde o Calvário horrível. O homem que tem a sua boca cheia de argumentos em oração, logo a terá cheia de ações de graças em resposta às suas orações. Deus diz: "Abra a tua boca com argumentos", e então Ele a encherá de misericórdias preciosas, jóias de valor incalculável.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Um coração quebrantado!

Ah Senhor, o que te agrada? O que queres de mim? O que posso fazer para trazer alegria ao teu coração? "Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos." (Salmos 51:16). Meu maior desejo é que te agrades com minha vida...Ah Deus Vivo que habita em mim..."tens o mundo inteiro pra cuidar mas o teu olhar está sobre mim..." como descreve a letra de um louvor...
O que fazer para estar mais perto de TI?
"Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus." ( Salmos 51:17)
Eu sei Senhor, que quanto mais eu diminuo, mais TU cresces em mim...quanto mais me esvazio, mais TU me enches com tua presença...quanto mais perto dos teus pés estou, mais alto TU me fazer chegar...
Senhor, TU te agradas de um espírito quebrantado e de um coração quebrantado e contrito. Toma o meu nas tuas potentes mãos neste dia. TU sabes exatamente como me encontro, como está tudo dentro de mim...mas TUDO O QUE HÁ EM MIM QUER TE ADORAR...
Eu sei que TU vês o quebrantamento do meu coração. Que flua dele adoração exalando um perfume suave para as tuas narinas...Eu sei que ouves o som do meu coração te chamando...
De tudo o que eu preciso, o que mais preciso é de TI JESUS.
Faz em mim Senhor , segundo a tua vontade. A TUA VONTADE, NÃO A MINHA!
Eu me alegro, por sentir que estás comigo. Tenho a convicção de que sempre estás comigo, ainda quando não posso te sentir. Me faz melhor JESUS, faz em mim segundo o teu coração!
JESUS, eu te amo e confio em TI.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Deus não muda!

Começar o dia sendo lembrado dessa grande verdade é maravilhoso!
DEUS NÃO MUDA!
Nós mudamos, nossos planos mudam, nossos pensamentos mudam, enfim muitas coisas sofrem alterações! Mas com DEUS isso não acontece. Deus não muda!
Os mesmos pensamentos que ELE tinha a meu respeito ontem, ELE os tem hoje!
O mesmo amor com que ELE me amou ontem, é igual ao que ELE sente por mim hoje!
Eu posso desistir dos meus sonhos mas ELE nunca desistiu de realizá-los!
Essa é a causa de não sermos consumidos, porque ELE não muda.
Tenho sido grandemente edificada atráves de algmas leituras que tenho feito, como esta que destacarei a seguir.
Louvado seja o nome do Senhor que não muda!

"Tópicos extraídos do Livro "DEUS NÃ MUDA" de "CHARLES HADDON SPURGEON" "

"Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos." (Malaquias 3:6)

* Mensagem pregada por C. H. Spurgeon, sob o título “A Imutabilidade de Deus”, na manhã do dia 7 de janeiro de1855 na New Park Street Chapel, Southwark, Londres, quando Spurgeon ainda estava com 20 anos.

“Na contemplação de Cristo há consolo para todas as tristezas; na meditação sobre o Pai há descanso para toda dor; na influ­ência do Espírito Santo alívio para todas as mágoas”.
Deus é Jeová e Ele não muda em Sua essência. A substância das coisas mortais sempre muda. As montanhas com seus topos brancos de neve perdem seus velhos diademas no verão em rios que correm ao pé delas, o oceano, com suas poderosas marés, perde sua água quando os raios de sol beijam as ondas e as arrebata em evaporação para o céu; até mesmo o sol necessita de combustível novo da mão do infinito Todo-poderoso para encher o seu eterno forno ardente. Todas as criaturas mudam. O homem, especial­mente em seu corpo, está sempre sofrendo revolução.
Contudo, Deus é perpetuamente o mesmo. Ele não é composto de qualquer substância ou matéria, mas é espírito - puro, essencial e etéreo espírito - e por isso é imutável. Ele permanece para sempre o mesmo. Não há nenhuma ruga em Sua eterna testa. Nenhuma época O paralisou; nenhum ano O marcou com recordações pas­sageiras, Ele vê as eras passarem, mas com Ele está sempre o agora. Ele é o grande Eu sou - o Grande Imutável. Lembre-se, a essência dEle não sofreu nenhuma mudança quando se tornou unido com a natureza humana. Quando Cristo outrora cingiu-Se com barro mortal, a essência da deidade dEle não foi mudada; a carne não se tornou Deus, nem Deus Se tornou carne por uma mudança real de natureza; as duas naturezas estavam unidas numa união hipostática, entre­tanto a Deidade ainda era a mesma. Era a mesma quando Ele era um bebê na manjedoura, como quando Ele estendeu as cortinas do céu; era o mesmo Deus que foi pregado na cruz e cujo sangue fluiu abaixo num rio escarlate, o mesmo Deus que sustenta o mundo com Seus eternos ombros e mantém em Suas mãos as chaves da morte e do inferno. Ele nunca mudou na Sua essência, nem mesmo pela Sua encarnação; Ele permanece sempiterno, eternamente, o único Deus imutável, o Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação (Tiago 1:18).
Ele não muda em Seus atributos. Qual­quer um dos atributos de Deus era no passado, como é agora. Acaso Ele era poderoso? Ele era o Deus poderoso quando chamou o mundo para fora do útero da não existência? Era Ele o Onipotente quando empilhou as montanhas e cavou a terra oca para formar os leitos dos rios? Sim, Ele era então poderoso e o braço dEle é agora único, Ele é o mesmo gigante em Seu poder; a seiva da nutrição dEle é interminável e a força da Sua personali­dade é a mesma para sempre. Porventura Ele era sábio quando constituiu este globo? Poderoso, quando estabeleceu as fundações do universo? Tinha Ele sabedoria quando planejou os meios da nossa salvação e quando desde toda eternidade estabeleceu Seu grandioso plano? Sim, Ele é sábio agora; não é menos hábil, Ele não tem menos conhecimento; os olhos dEle que vêem todas as coisas não estão embaçados; Seus ouvidos ouvem todos os gritos, suspiros, choros e gemidos do Seu povo, não estão tapados para suas orações. Ele é o mesmo em Sua sabedoria, Ele sabe agora tanto quanto antes, nem mais nem menos; Ele tem a mesma capacidade ilimitada e a mesma presciência infinita. Ele permanece inalterado, bendito seja o nome dEle na Sua justiça. Justo e Santo Ele era no passado; Justo e Santo Ele é agora. Ele está inalterado na Sua verdade; Ele promete e Ele realiza; Ele disse isso e isso será feito. Ele não varia na bondade, generosidade e benevo­lência da Sua natureza. Ele não Se tornou num tirano todo-poderoso, ao passo que era uma vez um Pai todo-poderoso; mas Seu forte amor permanece como uma rocha, impassível pelos furacões da nossa iniqüidade. E bendito seja o Seu precioso nome, Ele nunca mudou no Seu amor. No princípio, quando Ele firmou a alian­ça, quão cheio estava Seu coração de afeto pelo Seu povo. Ele sabia que o Seu Filho teria que morrer para ratificar os artigos daquele acordo. Ele sabia muito bem que tinha de dar o Seu melhor pelos amados de Suas entranhas e o enviou à terra para derramar Seu sangue e mor­rer. Ele não vacilou em ratificar aquela poderosa aliança, nem evitou seu cumprimento. Ele ama hoje tanto quanto no passado e quando o sol deixar de brilhar e a lua de mostrar sua tênue luz, Ele ainda amará e para sempre e sempre. Tome qualquer atributo de Deus e eu escreverei a respeito dele sempre idem (sempre o mesmo). Diga qualquer coisa que puder de Deus e isso pode ser dito num passado escuro como também num futuro luminoso e sempre permanecerá o mesmo: "Eu sou Jeová, eu não mudo".
Deus não muda em Seus planos. Deus é um Arquiteto todo-sábio; Ele organizou tudo em Seu imenso intelecto bem antes de realizá-lo; e tendo estabelecido de uma vez por todas, tenha certeza, Ele nunca alterará isso. "Isso será feito", diz Ele, e a mão forte do destino marca isso e o faz cumprir. "Este é o Meu propósito" e isto posto, nem terra ou inferno podem alterá-lo.
Meu nome das palmas das Suas mãos A eternidade não apagará; Impresso permanece em Seu coração, Em marcas de indelével graça.
Deus é imutável em Suas promessas. "Por duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta...". Você poderia me dizer: "No passado eu construí minha casa firmemente em algumas promessas estáveis; então veio um vento e eu disse: ó Senhor, estou abatido e ficarei perdido." Ora, as promessas não falharam; as fundações não foram removidas; o problema foi aquela pequena casa de "madeira, palha e restolho" que você construiu. Foi essa que caiu. Você foi abalado sobre a rocha, não a rocha debaixo de você.
Eu ouvi que um granfino disse a um negro, "eu não posso entender como é que você está sempre tão con­tente no Senhor e eu estou freqüentemente abatido". "Ora, senhor", disse ele, "eu me lanço prostrado na promessa - lá eu descanso; você permanece de pé na promessa - você tem muito pouco a fazer com ela e cai quando sopra o vento e então clama, "O, eu caí", ao passo que logo me lanço prostrado na promessa, por isso que não tenho medo de cair." Então, vamos sempre dizer: "Senhor, existe a promessa e é Tua responsa­bilidade cumpri-la". Eu me prostro na segurança da promessa! Não fico de pé. Esse é o lugar onde você deve ir - prostrado sobre a promessa; lembre-se, cada promessa é uma rocha, uma coisa imutável. Então, prostre-se aos Seus pés e descanse aí para sempre.
Mas agora vem uma coisa chocante para deteriorar este assunto. Para alguns Deus é imutável em Suas ameaças. Se toda pro­messa for firme, e todo juramento da aliança for cumprido, preste atenção pecador - observe esta palavra - veja a morte de suas esperanças carnais; veja o enterro de sua confiança carnal. Cada ameaça de Deus, bem como cada promessa, será cumprida. Com respeito a decretos - eu lhe fala­rei de um decreto: "Quem não crê será condenado" (Mar. 16:16). Isso é um decreto e um estatuto que nunca pode mudar. Seja tão bom como quiser, ou tão moral quanto puder, seja tão honesto quanto quiser, caminhe tão corretamente quanto puder - existe uma ameaça inalterável: "Quem não crê será condenado". Você precisa crer ou será condenado, diz a Bíblia; e veja, essa ameaça divina é inalterável tanto como o próprio Deus. Cuidado, "horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo"(Heb. 10:31).
Algumas Provas
*A própria existência e o ser de um Deus, parece-me implicar em imutabilidade.
*Deus é um Ser perfeito. Ora, se Ele é perfeito, Ele não pode mudar. Suponha que eu seja perfeito hoje; se fosse pos­sível eu mudar, seria eu mais perfeito amanhã depois de alguma mudança? Se eu mudasse, eu teria que mudar de um estado bom para um melhor - e assim, se eu pudesse melhorar, não seria perfeito agora.
* Deus é infinito. Infinito significa tudo. Significa sem limite, não finito, não tendo fim. A infinidade tem escrito na Sua testa a palavra "imutabilidade".
Entretanto, queridos amigos, olhemos para o passado e lá juntaremos algumas provas da natureza da imutabilidade de Deus. As vezes ouço alguém dizer: "eu posso me lembrar de uma passagem nas Escrituras onde Deus mudou"! O caso que eu quero mencionar é o da morte de Ezequias. Isaías veio e disse: "Ezequias, você vai morrer, sua doença é incurável, ponha sua casa em ordem". Ele se virou para a parede e começou a orar; e antes que Isaías saísse fora do palácio, foi-lhe ordenado que voltasse e dissesse: "Você ainda viverá mais quinze anos". Vocês podem pensar que isso prova que Deus muda; mas realmente eu não posso ver nisso a menor prova possível. Acaso vocês acham que Deus não sabia que isso aconteceria? Ora, Deus sabia disso; Ele sabia que Ezequias viveria. Vocês sabem de uma coisa? - que Manasses, filho de Ezequias, até aquele momento ainda não havia nascido e que se Ezequias tivesse morrido, não haveria nenhum Manasses, nenhum Josias e nenhum Cristo, porque Jesus veio ao mundo dessa genealogia. Vocês verão que Manasses tinha doze anos quando seu pai morreu; de forma que ele nasceu três anos depois disso acontecer. E vocês não crêem que Deus decretou o nascimento de Manasses e o pré-conheceu? Certamente. Então Ele decretou que Isaías deveria ir e dizer a Ezequias que a doença dele era incurável e também dizer ao mesmo instante, "mas Eu te curarei e ficarás vivo". Deus agiu dessa maneira para incitar Ezequias à oração. Isaías não tinha terminado a frase. Ele disse, "você tem que pôr sua casa em ordem pois não há nenhuma cura humana; mas (e então ele caminhou para fora. Ezequias orou por um instante e então ele (Isaías) entrou novamente, e disse) diz o Senhor: "eu te curarei". Onde consta aí qualquer contradição, exceto no cérebro daqueles que lutam contra o Senhor e desejam fazer dEle um ser mutável?
AS PESSOAS PARA AS QUAIS ESTE DEUS IMUTÁVEL É UM BENEFÍCIO.
Pela expressão "filhos de Jacó" entenda-se: São Aqueles que crêem, ao quais Ele dá o direito e poder para se tornarem filhos de Deus. Eles têm interesse no sangue de Cristo; eles têm direito para "entrar pelos portões da cidade"; eles são intitulados a honras eternas; eles têm uma promessa de glória eterna; eles têm direito de chamar-se os filhos de Deus.
Achamos que sofremos e que a cruz as vezes se torna pesada demais, porém não temos a verdadeira noção do que é sofrimento. Pois o "homem de dores" foi afligido mais que vocês; Jesus realmente era um sofredor. Vocês só vêem as orlas do vestuário da aflição. Vocês nunca foram provados como Ele. Não entendem o que signi­fica ter problemas; vocês não sabem o que é beber do cálice da provação; só tomaram uma ou duas gotas, mas Jesus bebeu até mesmo as borras do cálice. Não temam, diz Deus: "eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, filhos de Jacó", pessoas de provações aflitivas, "não sois consumidos".
BENEFÍCIO QUE ESSES "FILHOS DE JACÓ" RECEBEM DE UM DEUS IMUTÁVEL.
"Por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos." "Consumidos"? Como? Como podem os homens ser consumidos? Há duas maneiras. Poderíamos ter sido consumidos no inferno. Contudo, há um modo de ser consumido neste mundo; há a possibilidade de ser condenado mesmo antes de morrer - "já está condenado", é possível estar vivo e ao mesmo tempo estar completamente morto. Poderíamos ter ficado com nossos pró­prios planos e, daí, onde estaríamos agora? Se o Senhor tivesse mudado, vocês e eu deveríamos ter sido consumidos por nós mesmos; pois, afinal de contas, o "senhor eu" é o pior inimigo que um cristão pode ter. Teríamos sido assassinos de nossas próprias almas; teríamos preparado o co­po de veneno para os nossos próprios espíritos, se o Senhor não tivesse sido um Deus imutável e tirado o copo das nossas mãos quando estávamos a ponto de bebê-lo. Chamamos Deus de pai, e ELE o é. Ele tem a família mais problemática de todo o mundo, incrédula, ingrata, desobediente, esquecida, rebelde, desviada, murmurante e endurecida. Bem, é por que Ele é paciente; senão já teria não só usado a vara, como também a espada contra vários de nós há muito tempo. Devido não haver nenhuma razão para que merecêssemos amor, Deus nos amou antes de termos praticado qualquer obra, seja ela boa ou má, e continua nos amando da mesma forma. Ele nos amou segundo Sua graça soberana e ainda nos amará. Desde que nossas boas obras não Lhe despertaram a afeição, obras más não podem apagar esse afeto; desde que nossa retidão não ligou o amor dEle a nós, assim a nossa maldade não poderá romper os vínculos dourados.
Todavia deveríamos ter sido consumidos pelo diabo e por nossos inimigos - consumidos pelo mundo, por nossos pecados, por nossas ten­tações e por outras centenas de modos diferentes, se Deus alguma vez tivesse mudado. Lembrem-se que Deus é o mesmo, não importa o que aconteça. Seus amigos podem ser infiéis, seus pastores podem ser levados embora, tudo pode mudar, mas com Deus isso não acontece. Seus irmãos podem mudar e podem lançar seu nome na lama, porém Deus ainda amará vocês. Suas vidas podem ser abaladas e vocês podem ficar fracos e doentes; tudo pode desvanecer - existe um lugar onde as mudanças não podem colocar suas mãos; existe um nome no qual a mutabilidade não estará presente; existe um coração que nunca mudará; é o coração de Deus - esse nome é Amor.

Enquanto há vida, existe esperança!
JESUS CRISTO ama você!

Tente conhecê-lo e verá que ELE é TOTALMENTE DESEJÁVEL!

Prepare-se!

E o rei lhes determinou a ração de cada dia, das iguarias do rei da do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, para ...