segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Em defesa da fé!

Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós... (1 Pedro 3:15)
Quando se afirma crer em algo é preciso estar preparado para responder de forma plausível sobre o real motivo da fé.
Quando você recebeu o evangelho, ou desejou que Cristo habitasse em você, quais foram os motivos que o levaram a isso? O que responderá se lhe pedirem sobre o fundamento de sua fé?
Segundo o livro “Manual de defesa da fé” de Peter Kreeft &. Ronald K. Tacelli, de onde foram extraídos alguns trechos abaixo: “Um argumento racional e eficiente talvez seja o primeiro passo para abrir a mente para a fé, e retirar alguns dos obstáculos que impedem as pessoas de aceitar a possibilidade da revelação divina”.
“Existem pessoas que se recusam a crer no evangelho, pois não podem amar, ou aceitar o que não conhecem, sendo que a razão ainda tem poder de veto”.
A fé é como um salto, porém um salto dado na luz e não na escuridão. A mente é como o navegador numa embarcação e o coração (centro absoluto da alma) como o capitão, e o ato de fé é muito mais que um mero crer.
Em que se baseia sua fé? “Você pode ter uma fé emocional que lhe dará segurança ou o fará confiar em Deus, como também possuir a fé intelectual, a qual é mais estável e imutável, como uma âncora, onde a mente pode crer mesmo que os sentimentos estejam abalados. Ou pode ainda possuir a fé volitiva, que é o compromisso de obedecer à vontade de Deus, demonstrando fidelidade através do comportamento”.
Mas é preciso entender que a raiz de tudo isso é a vontade pessoal.
A fé salvadora tem início no coração (centro absoluto da alma), ou seja, no próprio eu, constituído por emoções, mente e vontade. É dele (coração) a escolha de dizer sim ou não a Deus, de escolher a identidade e destino eterno”.
Não é a fé, mas sim o objeto dela, DEUS, que justifica a certeza de que ela é verdadeira”.
“Nós, humanos falíveis, podemos errar tendo uma compreensão errada da fé e podemos empregar nossa razão de maneira incorreta”. “O conhecimento dos princípios que adquirimos naturalmente foi implantado em nós por Deus”. Tomás de Aquino.
Alguns afirmam que fé e razão não andam juntas, porém “a espada da razão em si própria é invencível e pode atravessar todas as objeções a fé. O pecado enfraqueceu os braços que manejam a espada, mas essa permanece afiada. A razão foi criada e desenvolvida por Deus. É parte da imagem DELE em nós. É obra do Senhor e não de homens, não se dá louvor a um artista desmerecendo sua obra”.
“Mentes brilhantes podem rejeitar o cristianismo porque não querem que ele seja verdade ou porque ele exige obediência, arrependimento e humildade” e elas não estão dispostas a isso.
Ou talvez porque achem difícil demais, pelo que cita o versículo abaixo:
ORA, a é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem. (Hebreus 11:1)
Certa vez ouvi alguém mencionar esse trecho e afirmar ser complicado aplicá-lo na prática.
Realmente, a experiência com Deus é pessoal e é ela que fornece a certeza e firmeza de fé. Um coração ou mente resistente, não se permitirá aceitar argumentos facilmente. Porém você pode romper algumas barreiras se apresentar de forma eficiente o verdadeiro motivo de sua fé, sendo instrumento de Deus e abrindo assim, uma brecha para que ELE realize o que desejar.
Creia em Deus e peça a ELE sabedoria, busque conhecimento, para que saiba responder de forma impactante aos que lhe perguntarem sobre o motivo de sua fé.
Jamais esqueça de olhar para JESUS CRISTO que é o autor e consumador da fé. (Hebreus 12:2)

Deus abençoe sua vida!

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