segunda-feira, 5 de julho de 2010

Quando seremos capazes de perceber???

Nossas obras não são o motivo da nossa salvação. As bençãos que recebemos não são reflexo de nossa bondade ou recompensa por nossos bons atos.
Algumas vezes, pessoas confundem tanto graça com merecimento ao ponto de achar que deveriam receber o que almejam por (na visão delas) serem boas. Nessas condições nossa visão e nosso entendimento estão limitados...
Não estamos conseguindo visualizar que Deus nos abençoa por sua bondade e não por nossos próprios méritos.
Até quando nossos olhos não enxergarão que tudo, absolutamente tudo, vem de Deus???
Não somos nada sem ELE. CRISTO é tudo em todos...
Segundo "Spurgeon" é o que CRISTO é e o que ELE fez que dá descanso a nossa alma e não o que somos ou o que fizemos.
As bençãos que recebemos são fruto do grande amor de Deus e da sua maravilhosa graça que nos alcança,  mesmo sem merecermos.
Amado irmão, quando seus planos parecerem frustrados ou seus sonhos distantes, lembre-se que tudo está no controle do SEU Deus. ELE dá a quem quer e quando quer. Não deixe que sua dependência no Senhor seja abalada pelo orgulho. Agradeça a ELE pelo que já tem alcançado e aguarde confiante até que o esperado chegue em suas mãos. Deus exalta os abatidos e abate os exaltados. Não perca a humildade, nem a visão da Supremacia de Deus. Tenha sempre em mente sua pequenez em relação a ELE.
Tudo acontecerá no tempo determinado. Confie no SEU Deus...ELE fará o impossível pra te abençoar!
Pense nisso!
Que Deus te abençoe!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O melhor presente...

Qual será a melhor forma para alegrarmos o coração das pessoas que amamos?
Será que presentes caros podem demonstrar o tamanho do amor que sentimos?
Para algumas pessoas talvez sim...porém na maioria dos casos, isso não é o bastante! Corremos de um lado para o outro, trabalhando, nos esforçando para alcançar o dinheiro necessário afim de proporcionarmos conforto aos nossos amados. Mas será que isso é o mais importante na opinião deles? Compramos presentes, gastamos dinheiro, depois trabalhamos incansavelmente para conseguir mais, e de fato o conseguimos. Sem percebermos, nos ocupamos tanto com isso que esquecemos de separar uma parte do nosso tempo para compartilharmos com as pessoas que amamos. Rick Warren afirmou que "O tempo é sua dádiva mais importante, pois você só recebeu uma quantidade fixa dele. Você pode fazer mais dinheiro, mas não pode fazer mais tempo." Não podemos recuperar o tempo que vivemos ontem, ele passou, não volta mais...o que nos resta é esse minuto de vida em diante...
Rick ainda diz mais: "Quando você dedica seu tempo a alguém, você está dedicando uma porção de sua vida que jamais irá recuperar. O seu tempo é a sua vida. E a importância das coisas pode ser medida  pelo tempo que estamos dispostos a investir nelas."
Algumas pessoas passam a vida inteira gastando seu tempo com coisas que acreditam ser importantes e esquecem de gastá-lo com pessoas que são importantes. É isso que quem ama deseja.
Com Deus não é diferente..o desejo de Seu coração é que gastemos parte do nosso tempo com ELE.
Seja em oração (participando-O de nossa vida e mantendo vivo o vínculo do amor), seja meditando na sua palavra (pois isso demosntra que nos importamos com o que ELE pensa), ou seja falando sobre quem ELE é, e o que ELE fez para as pessoas que não o conhecem (reafirmando nosso compromisso com a sua obra).
Compartilhe mais seu tempo com as pessoas que você ama, e não esqueça da mais importante "JESUS CRISTO", pois o amor DELE é imcomparável.
O mais desejado presente de amor não são coisas palpáveis e sim "atenção concentrada", isso se dá quando você dispensa os seus olhos, seus ouvidos, sua presença, seu interesse - SEU TEMPO!
Divida seu tempo, gaste-o com o que for necessário para sua subsistência (pois precisamos trabalhar, estudar..enfim são tantos afazeres), mas não esqueça de separar uma parte dele para o mais importante: "demonstrar seu amor".
" O MAIOR PRESENTE QUE VOCÊ PODE DAR A ALGUÉM É SEU TEMPO"
Nunca esqueça disso...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Salmos 39

1 Disse eu: Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua; guardarei a minha boca com uma mordaça, enquanto o ímpio estiver diante de mim.
2 Com silêncio fiquei qual um mudo; calava-me mesmo acerca do bem; mas a minha dor se agravou.
3 Incendeu-se dentro de mim o meu coração; enquanto eu meditava acendeu-se o fogo; então com a minha língua, dizendo;
4 Faze-me conhecer, ó Senhor, o meu fim, e qual a medida dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou.
5 Eis que mediste os meus dias a palmos; o tempo da minha vida é como que nada diante de ti. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade.
6 Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as levará.
7 Agora, pois, Senhor, que espero eu? a minha esperança está em ti.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio do insensato.
9 Emudecido estou, não abro a minha boca; porquanto TU o fizeste.
10 Tira de sobre mim o teu flagelo; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
11 Quando com repreensões castigas o homem por causa da iniqüidade, destróis, como traça, o que ele tem de precioso; na verdade todo homem é vaidade.
12 Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, um peregrino como todos os meus pais.
13 Poupa-me, até que eu tome alento, antes que me vá e não exista mais.



Enquanto se espera por algo, necessário é que se tome muito cuidado com um pequeno membro capaz de fazer estragos irreparáveis: a língua.
Se não a refrearmos, certamente pecaremos contra o Senhor através da murmuração. Fatores tais como: tempo de espera e circunstâncias, exercem influencia sobre a natureza humana que passa a revelar uma forte tendência a revolta e murmuração. Precisamos colocar uma “mordaça” em nossa boca e esperar, seja qual for o tempo que o Senhor quer que esperemos.
Quando conhecemos a medida de nossos dias e quão frágeis somos, passamos a depositar nossa esperança não em coisas corruptíveis, as quais não poderemos levar conosco quando chegar a hora de partirmos. Isso não quer dizer que não devamos desejar coisas boas aqui, não é o que diz a palavra de Deus. Ela nos revela que o Senhor nos ama e quer que tenhamos o melhor desta terra.
Mas precisamos ter uma escala de valores.
Nosso coração deve priorizar e almejar com todas as forças uma comunhão e um relacionamento íntimo com DEUS através de JESUS CRISTO. Isso certamente fará toda a diferença em nossa existência.
Quando visualizamos nossa fragilidade, passamos a esperar no Senhor, pois o tempo aqui é nada comparado com a eternidade. Sem Jesus, e sem esperar NELE, o que nos aguardará quando nosso tempo aqui findar?

Pense nisso!!!

Que JESUS abençoe sua vida.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Enquanto espero...

"Enquanto espero, sigo caminhando...
Sigo em frente, embora seja doloroso..."
Como é possível caminhar enquanto se espera? Confiando...perseverando...acreditando...
Quando estamos convictos da firmeza do caráter da pessoa na qual depositamos nossa confiança!
Perseverar, segundo o dicionário Priberam significa: "Conservar-se fime, constante (num sentimento, numa resolução), Continuar, persistir numa opinião".
Conservo-me firme, pois eu sei em quem tenho crido e sei que ELE é poderoso pra fazer muito além daquilo que espero.
Uma definição precisa de "confiar", é: "entregar (algo) a alguém sem receio de perder ou de sofrer dano".
Confio plenamente no caráter da pessoa na qual depositei minha confiança. ELE não muda, o que determinou fazer, certamente fará.
Meus olhos não estão focados no tempo de espera, mas sim  NAQUELE que me dará tudo o que estou esperando.
Meu amor independe do que ELE pode me dar, porque o amo pelo que ELE é. Por isso aguardo confiantemente. A dor é suportável, quando se ama e confia. Fico a imaginar... Como Calebe foi capaz de esperar 45 anos para receber o cumprimento da promessa? (Josué 14:7 e 10) E a resposta vem rapidamente...
Porque ele confiava NAQUELE que prometeu. Seu coração tinha certeza de que ELE cumpriria o que havia prometido!!! Uma das definições de "certeza" pelo Priberam é "adesão absoluta e voluntária do espírito a um fato, uma opinião". Estou confiando em ti JESUS...com toda a minha alma! Eu sei quem TU és. "Vou seguir em frente com ousadia e confiança, dando cada passo em obediência...só sei que enquanto espero...eu o Seguirei...enquanto espero eu TE adorarei Senhor!"

segunda-feira, 29 de março de 2010

Uma importante decisão!

O ciclo humano tem início a partir do momento de sua concepção e estende-se ao longo de sua vida. Deus nos formou dotados de inteligência, sentimentos e poder de decisão. Durante todas as fases da vida somos instigados a tomar decisões. Decidimos sobre várias coisas, dentre elas: gostos, opiniões, relacionamentos. A medida em que ocorre nosso crescimento, passamos a ter sonhos, começamos a traçar planos e objetivos. Então chega a hora... hora essa em que optamos por constituir uma família. Serão dois que se juntarão para formar uma só carne, e não serem mais dois e sim um. Não é uma decisão fácil para quem compreende a seriedade desse ato. Hoje o que vemos é uma sucessão de separações, lares despedaçados, corações feridos e famílias destruídas.
Então nos questionamos, como devemos agir para que não aconteça o mesmo conosco? Eu acredito que quando as pessoas tomam essa decisão, não a tomam para desfazer depois. Mas por que então existem tantas separações? Estive lendo um livro escrito pelo Pr Silas Malafaia que me ajudou a entender alguns dos motivos que levam um casamento ao fracasso. Tentei sintetizar o texto, embora o assunto seja de grande relevância. Seguem abaixo algumas de suas considerações:

Tópicos extraídos do livro “12 Principais motivos que levam o casamento ao fracasso” escrito pelo Pr “Silas Malafaia”.

“A família é a matriz social, a mais importante agência socializadora, que transfere para os filhos a herança biológica, psicológica, cultural e espiritual dos pais. A família é um projeto de Deus e alvo de seu amor. É nela que o ser humano aprende a amar e a relacionar-se consigo mesmo e com o outro. O início de uma nova família dá-se através do casamento.” Com base nessa realidade, é importante para o casal edificar um relacionamento profundo, harmônico, saudável e verdadeiro, com base na sólida e imutável palavra de Deus.
Existem vários motivos que levam um casamento ao fracasso mas dentre eles, destacamos 12, por considera-los mais graves e freqüentes, causando desgastes irreparáveis ao relacionamento conjugal e familiar.
*FALTA DE AMORPodemos definir o casamento como a união voluntária e estável de um homem com uma mulher, nas condições sancionadas pelo direito, de modo que se estabeleça uma família legítima; o vínculo conjugal entre um homem e uma mulher, para o qual se pressupõe haver uma convivência harmoniosa, respeito, diálogo, objetivos comuns entre as partes aliançadas. Biblicamente, o casamento é a união entre um homem e uma mulher maduros, que deixaram emocional e geograficamente os pais, para serem uma só carne e formar uma nova família, conforme a determinação de Deus em (Gênesis 2:24), ratificada por JESUS em (Mateus 19:5).
O amor é a essência de Deus e a base de todos os relacionamentos saudáveis, profundos e verdadeiros. Quando falamos de amor, não estamos referindo-nos meramente a um sentimento de bem-estar e bem-querer ao outro em relação ao qual temos empatia e simpatia, e sim algo profundo, enraizado em Deus e eterno como ELE. Estamos referindo-nos ao amor Ágape, descrito em (1 Corintios 13:4-7); um amor que nos faz ser benignos, misericordiosos, verdadeiros, e NÃO invejosos, murmuradores, facciosos, injustos; um amor que nos permite tratar o outro com carinho, consideração, respeito, longanimidade, e NÃO com leviandade, soberba, indecência, egoísmo, irritação; um amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. É precisamente esse amor Divino, somado ao amor Eros , o amor conjugal, que mantém um casamento saudável, harmônico e feliz. Só o amor Ágape , nos faz ser altruístas, tolerantes e abnegados; buscar não o nosso interesse, mas o interesse e o bem-estar do outro; ter paz, equilíbrio e vencer as crises.
Se você deseja um casamento sólido, duradouro e feliz, cultive e demonstre o amor não apenas com palavras, mas com atitudes que atestem a veracidade do seu sentimento e compromisso com Deus e com quem você fez aliança, prometendo amar incondicionalmente.* FALTA DE COMPATIBILIDADE
Compatibilidade é a capacidade de pessoas ou grupos de pessoas de unir-se e funcionar em conjunto, promovendo o bem e o crescimento mútuo. Ser compatível com alguém é ter objetivos comuns e cooperar com esse outro em prol desses objetivos, para o bem comum.
“Daí a exortação de Paulo a que não nos prendamos a um jugo desigual em (2 Corintios 6:14-16). Deus nos aconselha a não aceitar um jugo desigual porque o peso do injusto recairá sobre o justo; ambos se estranharão e não conseguirão chegar a um lugar comum. “Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3)
Em outras palavras, biblicamente falta de compatibilidade é o conflito de interesses e propósitos, e não meras diferenças de personalidade e de opinião.
A palavra chave para definir incompatibilidade de gênios é o Egoísmo. O problema é que muitas pessoas casam para ser felizes, e não porque são felizes e querem fazer feliz a quem amam; assim, a maioria acaba decepcionada. “O amor não busca seus próprios interesses” (1 Corintios 13:5).
Quando há amor genuíno, os cônjuges prezam um ao outro, naturalmente cedem em favor do outro, toleram e superam suas diferenças, perdoam as faltas e seguem em frente, porque entendem que melhor é serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. Porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro [...] ;se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão... (Eclesiastes 4:9-12).
Eles caminham juntos, amadurecem emocionalmente e crescem em todas as áreas; afinal, não se acham superior ao outro; antes, sabem que são diferentes um do outro, e usam essa diferença a seu favor. Isto quando o homem e a mulher são emocionalmente maduros para compreender que não se casaram com um espelho, que refletirá a imagem narcísica deles, nem com a sua mãe ou seu pai, que continuará a adivinhar e a fazer todas as suas vontades. Ambos os cônjuges precisam conhecer os pontos fortes e os fracos um do outro, ser pacientes, humildes, generosos e estar dispostos a ceder, a fim de preservar o bom relacionamento. Até porque, quando apenas um cede, há desequilíbrio emocional, que posteriormente pode levar a união à ruína.
*FALTA DE COMUNICAÇÃOA falta de diálogo, de comunicação entre os cônjuges, devido ao excesso de trabalho, as divergências em casa ou simplesmente porque os cônjuges não criaram o hábito de dialogar, compartilhando seus sentimentos, sonhos, sua vontades e predileções um com o outro é um sério problema. Assim muitos mal-entendidos vão acontecendo, a distancia entre os dois vai aumentando e o amor vai esfriando, podendo por fim ao casamento.
Quem se comunica tem o poder de transformar, influenciar, convencer, comover, sensibilizar, esclarecer e marcar sua presença no mundo. Mas como alguém conseguirá sensibilizar, comover e convencer seu cônjuge, se não dialogar com ele?
Abra o coração para ouvir o outro e aprenda a compartilhar o que pensa, sente e deseja com ele, com sinceridade e na hora certa, pois como nos ensina a Palavra de Deus, “como maças de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Provérbios 25:11)
Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com seus feitos. (Colossenses 3:9)
Quando um relacionamento encontra mentiras e/ou omissão sobre coisas essenciais, ele é minado com a desconfiança. A mentira fere, desnuda e afasta.
A verdade é um dos atributos de Deus e uma das bases que sustenta o seu Reino; é também uma arma espiritual importantíssima a ser usada com sabedoria pelo cristão.
* VIOLENCIA VERBAL E FISICAHá casais que além de não dialogarem; só se falam para provocar e agredir um ao outro com palavras hostis e depreciativas que, por vezes, descambam em agressão física também.
E depois de ultrapassado esse limite, dificilmente um cônjuge terá respeito pelo outro e confiança para abrir seu coração. As nossas palavras podem destruir ou construir um relacionamento. Nos momentos de nervosismo, os cônjuges devem lembrar-se que a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15:1)
Marido e mulher devem ter grande cuidado com o que falam durante uma discussão, pois uma única palavra pronunciada de forma errada pode magoar o coração de quem tanto amam, criar uma barreira e afasta-lo para sempre. Palavras impensadas causam traumas. Se há mágoa ou algum mal-entendido, não durma sem conversar com seu cônjuge a respeito. Não espere muito tempo para resolver problemas conjugais, pois pode ser tarde demais.
*FALTA DE INTIMIDADEA expressão uma só carne faz referencia a união sexual, a geração de filhos, a intimidade espiritual e emocional, a demonstração de respeito mútuo. Além disso, na união conjugal, o caráter de deus é manifestado pela submissão mútua dos cônjuges em amor.
1- O marido deve ser benevolente com a mulherOs dois devem se satisfazer sexualmente.
2 - Os cônjuges não podem vedar seu corpo um ao outroO corpo da mulher pertence ao marido, e o corpo do marido pertence a mulher. (1 Corintios 7:4)
3 - A sexualidade não deve ser suprimida na vida do casalNão vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes a oração; e depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência. (1 Corintios 7:5) Abstinência pode ser feita, mas não por muito tempo e nunca sem o consentimento dos dois.
4 - Ninguém pode ditar regras na intimidade do casal além dele próprio.
Somente os cônjuges podem decidir o que pode ser feito na intimidade do casal.
A bíblia nos diz que o leito deve ser sem mácula, ou seja, um leito onde haja fidelidade e a única condição imposta por Deus para a relação sexual é o compromisso do casamento heterossexual e monogâmico.
5 - A mulher tem preferência na relação íntima.
Em (1 Pedro 3:7), o apóstolo diz que a mulher tem preferência na relação intima, recebendo honra como vaso mais fraco. Esse princípio é enfatizado para que o homem não use de violência e diga a esposa: “Eu quero fazer isso com você; se não concordar, vou fazer a força, porque seu corpo me pertence”. Por isso Deus sabiamente estabeleceu um limite, dando preferência a mulher, e não ao homem, durante a relação sexual.* A INFIDELIDADE
O adultério é tão abominável aos olhos de Deus que, em toda a bíblia, há severos juízos para quem cometo este ato pecaminoso. No Antigo Testamento, o adúltero era punido com a morte (Levítico 20:10; Deuteronômio 22:22). No Novo, Jesus oferece perdão aos adúlteros arrependidos, advertindo-os a não cometerem mais tal pecado. (João 8:3-11)
Se você ainda não casou, ore, consagre sua vida, busque a vontade do Senhor. Não se precipite em tomar decisões carnais, deixando-se influenciar apenas pela beleza física, pelos talentos ou pela riqueza de alguém na hora de escolher seu cônjuge, para depois não se arrepender e tentar desfazer a união por falta de amor ou de compatibilidade. Se você é casado e está passando por problemas com seu cônjuge, não desista de lutar por seu matrimônio nem ceda as tentações que o cercam.
*INVERSÃO DE PAPÉISDe um modo geral, podemos afirmar que o homem é mais lógico e racional do que a mulher.
O papel social designado por Deus para o homem em (Gênesis 2:15), é o de proteger, prover e liderar. O Senhor o capacitou para lavrar, cuidar e proteger o jardim do Éden. Todas as regras foram dadas a ele por Deus. Por isso, após a queda, o Senhor não cobrou essa responsabilidade da mulher. Quando Adão e Eva desobedeceram a ordem de Deus, Deus dirigiu primeiro a palavra ao homem (Gênesis 3:9), pois pesava sobre este a responsabilidade de desempenhar bem seu papel como líder, protetor e provedor do jardim.
Assim até hoje quando o homem não cumpre suas atribuições, transferindo para a esposa a responsabilidade dele como líder e provedor, enfrenta problemas em casa.
Biblicamente falando, compete a mulher ser adjuntora, ou seja, auxiliar na proteção, na provisão e na liderança do lar. A mulher foi criada com intuição e sensibilidade mais aguçadas que as do homem, para equilibrar os relacionamentos familiares, agindo como uma sábia mediadora, trazendo equilíbrio e harmonia ao lar. Por isso em (Provérbios 14:1) é dito que toda mulher sábia edifica a sua casa. A mulher edifica a casa, mas compete ao homem fornecer o material para sua edificação. O esposo coopera com ela.
A lei da reciprocidade é impressionante e precisa ser observada no casamento. O homem não deve aproveitar-se de sua função de provedor, protetor e cabeça da família para “pisar” a mulher. Em vez disso, precisa reconhecer a sensibilidade feminina e conquistar sua esposa com amor. A mulher vai refletir e dar aquilo que recebe. Se ela receber carinho, se for elogiada, valorizada, devolverá da mesma forma ao marido.
*INDEPENDENCIA TOTAL DOS CONJUGES
A partir do momento que se opta pelo casamento não existe mais “meu” ou “seu”, existe o “nosso”. Quem não quer dar satisfações de onde vai, com quem vai, ou a que horas retorna ao seu cônjuge deveria ter permanecido solteiro, pois a vida a dois exige satisfações e decisões em comum acordo com o cônjuge. Se não houver isso, entra a desconfiança, minando o relacionamento e contribuindo para o fracasso do casamento.
*A MÁ ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
O descontrole das finanças é outro problema que tem levado muitos casamentos a crise e a dissolução, pois sempre querem saber de quem é a culpa. É algo que o casal deve tomar cuidado. Deus criou a mulher com estrutura emocional diferente da do homem, para que ela se sinta protegida e segura ao lado dele.
* O DESRESPEITO E AS INTERFERÊNCIAS EXTERNAS
O desrespeito ocorre quando os cônjuges não acatam os direitos de cada um ou não consideram e criticam a opinião um do outro. E as interferências externas, normalmente, acontecem quando um pai, mãe, familiar ou um amigo dos cônjuges quer intrometer-se em assuntos que dizem respeito apenas ao casal. O desrespeito dentro de casa começa quando um diz: “não quero” e outro insiste: “mas eu quero e vai ser assim”. Se o cônjuge não gosta de um tipo de alimento, filme, passeio, não queira impor-lhe isso, pois o direito e a opinião dele precisam ser considerados e respeitados, afim de que os seus também sejam e a união conjugal não seja prejudicada. Se tentar impor seus gostos e pontos de vista, estará demonstrando desrespeito pela opinião do outro e comprometendo a sua harmonia conjugal.
*A PREFERÊNCIA POR UM DOS FILHOSQuando existe preferência por um dos filhos, normalmente um dos pais diz não para tudo que o filho faz, enquanto o outro diz sim. Os cônjuges começam a discutir, alegando que um está tirando a autoridade do outro. Em vez de discutir na frente dos filhos o casal deve procurar a melhor maneira de educa-los criando-os no temor do Senhor e evitando problemas. Existem pais que tratam os filhos de forma tão diferenciada, que nem se importam em deixar transparecer isso, ignorando que os filhos sofrem muito quando percebem que o pai prefere um filho, a mãe outro, passando a nutrir sentimentos de menos valia, ódio, rancor, vingança, que podem desembocar em dissimulação, mentiras, incapacidade de expressar amor, predisposição ao isolamento, fuga da realidade, amizades com pessoas perigosas, uso de álcool e drogas. Isso acontece porque os filhos passam a abrigar sentimentos e rejeição e injustiça, que deixarão marcas terríveis em sua personalidade ainda em formação.
*NÃO PRIORIZAR DEUS E AS COISAS ESPIRITUAISOutro fator que tem levado muitos casamentos ao fracasso é o casal não priorizar Deus e as coisas espirituais, permitindo que o mundo dite os padrões e valores que regem sua vida conjugal e familiar. No (Salmo 127:1) diz: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam”. Se Deus sair de nossa rotina, não conseguiremos superar os inúmeros desafios da vida e do casamento. Só Deus pode edificar nossa casa. Para que ela seja um pedacinho do céu e um lugar de felicidade, benção e harmonia, temos de dar ao Senhor o primeiro lugar em nosso coração.
Não faça do divórcio um atalho para tentar fugir dos problemas. O divórcio é uma ruptura violenta e dolorosa entre duas pessoas que viviam como uma só carne; ruptura que traz um trauma terrível aos separados e aos filhos. Faça de Deus a prioridade em sua vida, em seus relacionamentos, em seu lar.
Que o Senhor abençoe sua casa e seu casamento! Que este motive outros a casarem-se e sirva de referencial para muitos! Que seu lar seja um pedacinho do céu! Que seus filhos sejam saudáveis, obedientes e felizes, e a sua geração seja poderosa nesta terra, em nome de Jesus!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Durante a tempestade...

Sobre a face tão clara do céu um tom escuro vai se impondo, tomando lugar...
O que era nítido, vai sendo encoberto pela escuridão.
E quão terrível é a testemunhar a aproximação de uma tempestade...
Tudo fica triste...A beleza que antes era visível, fica camuflada, oculta...
É tão doloroso olhar e não ver o sol brilhar...apenas sentir o frio do vento e a frieza da água...
Dias difíceis...tempos de crise...Olhos que não secam por causa das lágrimas...
Mas a tempestade não dura para sempre, ela não pode impedir o tempo de calmaria...
Ele vem...então o cenário muda, e o que estava encoberto torna a ser visto...só que não está como antes...
Aconteceram algumas mudanças que a ausência da tempestade jamais poderia proporcionar!
Spurgeon escreve algumas palavras referentes ao periodo posterior a tempestade em uma de suas meditações.
"é agradável passar em um lugar depois que uma tempestade passou, para sentir o frescor das ervas depois que a chuva já passou, e observar as gotas, enquanto elas brilham como diamantes na mais pura luz do sol". "Essa é a posição de um cristão. Ele está passando por uma terra onde a tempestade passou-se sobre a cabeça do Salvador, e se há algumas gotas de tristeza caindo, elas destilam das nuvens de misericórdia e exclamações que Jesus lhe dá a garantia de que elas não são para sua destruição."
Eu creio dessa forma...a tempestade irriga as terras de meu coração fazendo com que se tornem férteis e produzam bons frutos. Ela varre para longe as folhas e galhos secos a fim de que não impeçam que os brotos novos rebentem...
Meu amado Salvador Jesus Cristo ordena e a tempestade é obrigada a se acalmar...
Ele não permitirá que ela me destrua...mas estará comigo enquanto eu estiver no meio dela!
Tenho esperança...portanto mantenho-me na expectativa de um novo tempo.
É só um período...vai passar...confio NAquele que faz todas as coisas por mim!
Em todas as coisas...ELE me faz muito mais que vencedora...

♥ EU TE AMO JESUS ♥


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Oração eficaz!

Existe algo que você precisa obter do Senhor? Argumente...exponha as razões que indiquem a necessidade de tal benção diante de DEUS em oração...ELE já sabe, mas determinou que fosse assim para que pudéssemos manter um relacionamento mais estreito com o DEUS TODO PODEROSO! Fazendo isso você comprovará que realmente valoriza o que está pedindo...
Mas acima de tudo, prefira sempre a vontade de Deus, ela é infinitamente melhor que a sua...
Seguem algumas coisas que aprendi com o amado irmão Spurgeon.

Trechos extraídos do Livro “ORAÇÃO EFICAZ” de Charles Haddon Spurgeon

"Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo, e pudesse chegar ao seu tribunal! Exporia ante ele a minha causa e encheria a minha boca de argumentos. "
- Jo 23:3,4

O supremo desejo de um aflito filho de Deus é, uma vez mais, ver a face de seu Pai. Seu primeiro e mais profundo clamor é, "Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo - aquele que é o meu Deus! - e pudesse chegar ao Seu tribunal!" Os filhos de Deus correm para casa quando chega a tempestade. É instinto natural de uma pessoa salva buscar abrigar-se de todos os males sob as asas do Senhor. Um hipócrita, quando sente que foi afligido por Deus, se revolta contra a aflição e, como um escravo, foge de seu mestre que o açoitou; o mesmo, no entanto, não acontece com um verdadeiro herdeiro do céu; ele beija a mão que o castigou e busca abrigar-se da vara no seio do mesmo Deus que lhe havia repreendido. Você perceberá que o desejo de ter comunhão com Deus se intensifica devido terem fracassado todas as outras fontes de consolação. Nada nos ensina melhor quão precioso é o Criador, do que a percepção da futilidade de tudo que nos cerca. Algumas vezes a alma redimida é privada da confortável presença de Deus. Esta é a pior de todas as tristezas; o clamor neste texto é um dos gemidos mais profundos de Jó, muito mais profundo do que qualquer outro que tenha surgido por causa da perda de seus filhos e propriedades: "Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!" Você pode ser amado por Deus e não ter consciência desse amor em tua alma. Quando por alguns momentos a alma do crente sente-se privada da presença confortadora do Altíssimo ela clama: "Não, é a minha própria vida, preciso ter o meu Deus. Pereço, atolo-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé, e nada a não ser o braço de Deus pode me libertar". A alma agraciada se empenha com zelo redobrado para encontrar a Deus, e envia aos céus seus gemidos, súplicas, soluços e suspiros com mais freqüência e mais fervor. Jó no texto acima desejava suplicar ante Alguém que o ouviria e o ajudaria. "Com boa ordem exporia ante ele a minha causa, e a minha boca encheria de argumentos".
Assim como um peticionário não vai a uma corte impulsivamente, sem antes pensar no que vai dizer, mas entra na sala de audiências com seu processo bem preparado, tendo também aprendido como deve se comportar diante da grande autoridade a quem vai apelar, da mesma forma é bom que nos aproximemos do trono do Rei dos reis, tanto quanto possível, com premeditação e preparação, sabendo o que fazemos, qual a nossa posição e o que desejamos obter. Em tempos de perigo e aflição podemos correr para Deus da forma como estamos, assim como a pomba voa para uma fenda na rocha, mesmo que suas penas estejam arrepiadas; mas em tempos normais não deveríamos nos aproximar dEle com espírito despreparado. Veja ali o sacerdote; ele tem um sacrifício para oferecer, porém não se apressa para o pátio dos sacerdotes a fim de picar o novilho com o primeiro machado em que puder pôr a mão. Pelo contrário quando se levanta lava seus pés na bacia de bronze, coloca suas vestimentas e se enfeita com seus trajes sacerdotais. Então ele se achega ao altar com sua vítima adequadamente dividida de acordo com a lei. Sendo cuidadoso em fazer de conformidade com o mandamento, mesmo em coisas simples tais como onde colocar a gordura, o fígado e os rins. Deus nos livre de que nossa oração seja somente saltar da cama, ajoelhar-nos e dizer qualquer coisa que venha à mente. Pelo contrário, que possamos esperar no Senhor com santo temor e reverência. Davi se expressa da seguinte forma: "Pela manhã ouvirás a minha voz, ó Senhor; pela manhã me apresentarei a ti, e vigiarei" (Salmo 5:3). Sempre lhes tenho explicado isso como significando pôr em ordem de batalha seus pensamentos tais quais homens de guerra, ou apontar suas orações como se fossem flechas. É muito apropriado para nós sentirmos que agora estamos fazendo algo real; sentirmos que estamos nos dirigindo a Deus, a Quem não podemos ver, porém que está realmente presente; a Quem não podemos tocar ou ouvir, nem por meio de nossos sentidos perceber, a Quem, entretanto, está conosco tão realmente como se estivéssemos falando com um amigo de carne e osso. Sentindo a realidade da presença de Deus, nossa mente será conduzida pela graça divina a um estado de humildade; sentir-nos-emos como Abraão quando disse: "Eis que agora me atrevi a falar ao Senhor, ainda que sou pó e cinza". Assim sendo, não faremos nossas orações como garotos que repetem suas lições de forma rotineira, muito menos falaremos como se fôssemos rabinos instruindo nossos alunos, ou como alguns fazem, com a aspereza de um assaltante parando alguém na estrada e obrigando-o a entregar-lhe sua bolsa; mas seremos humildes suplicantes, embora ousados, humildemente importunando a misericórdia mediante o sangue do Salvador. Não teremos a reserva de um escravo, mas a cândida reverência de uma criança, contudo não uma criança imprudente, impertinente, e sim uma criança obediente e dócil, honrando seu Pai, e portanto rogando sinceramente, com respeitosa submissão à vontade de seu Pai. Quando sinto que estou na presença de Deus e tomo o meu devido lugar ali, a próxima coisa que faço é reconhecer que não tenho direito algum àquilo que estou buscando e não posso recebê-lo, exceto como um dom da graça. Devo reconhecer também que Deus limita o canal através do qual me concede misericórdia - Ele o fará por meio do Seu amado Filho. Portanto, quero me colocar sob a proteção do grande Redentor. Quero sentir que agora não sou mais eu que falo, mas Cristo fala comigo e que, enquanto suplico, faço-o através de Suas chagas, Sua vida, Sua morte, Seu sangue e Seu ser. Parece-me que a oração deve ser clara, o pedir por alguma coisa definida e claramente, pois a mente percebe sua necessidade premente de tal coisa, e portanto deve suplicar por ela. Não é bom usar de rodeios na oração, mas ir direto ao assunto. Ordenar nossa causa nos levaria a uma maior clareza de pensamento. Você está diante do Senhor; sejam poucas as tuas palavras, mas seja cheio de fervor teu coração. É preciso examinar a bênção que deseja para saber se ela é algo apropriado a ser pedido, pois algumas orações jamais seriam feitas se os homens apenas refletissem. Deve haver junto com a oração aceitável o santo sal da submissão à vontade divina. 1) profunda espiritualidade que reconhece a oração como sendo conversa real com o Deus invisível - clareza que evidencia realidade na oração, pedindo por aquilo que sabemos necessitar; 2) muito fervor, crendo que é realmente necessário aquilo que desejamos, estando dispostos a obtê-lo pela oração, desde que seja possível tê-lo por meio da mesma; 3) acima de tudo isso, completa submissão, deixando-o ainda com a vontade do Mestre. Tudo isso deve ser amalgamado e então terá uma idéia clara do que é ordenar sua causa diante de Deus. Ainda mais, a oração em si mesma é uma arte que somente o Espírito Santo pode nos ensinar. Rogue pela oração - ore até que consiga orar, ore para ser ajudado a orar e não abandone a oração porque não consegue orar, pois nos momentos em que você acha que não pode orar, é que realmente está fazendo as melhores orações. As vezes quando você não sente nenhum tipo de conforto em suas súplicas e seu coração está quebrantado e abatido, é que realmente está lutando e prevalecendo com o Altíssimo.
Quando nos aproximamos da porta da misericórdia, argumentos convincentes são as batidas na argola que fazem com que a porta se abra. Deus exige que pleiteemos com Ele e apresentemos nossas razões fortes, como diz Isaías, pois isso mostrará que valorizamos a bênção. Quando um homem busca argumentos em favor de uma determinada coisa é porque ele atribui importância àquilo que está procurando. O argumento bem sucedido está sempre fundamentado sobre a graça, e daí a alma que assim suplica começa a entender intensamente que é pela graça, e graça somente, que um pecador obtém algo do Senhor. Orar é subir em asas de águia acima das nuvens e chegar ao céu claro onde Deus habita. Orar é tomar o céu nos braços, é abraçar a Deidade dentro da alma e sentir o corpo feito o templo do Espírito Santo. Independente da resposta, a oração em si mesma é uma bênção. Orar é desfazer-se de seus fardos, despir-se de seus trapos, lançar fora suas enfermidades, ficar cheio de vigor espiritual, alcançar o mais alto ponto da saúde cristã. Seguem alguns argumentos que tem sido usado com grande sucesso diante de Deus:
Os atributos de Deus
Assim sendo, eu e você podemos nos agarrar, a qualquer instante, à justiça, misericórdia, fidelidade, sabedoria, paciência e ternura de Deus, e descobriremos que todos os atributos do Altíssimo são, em certo sentido, um grande aríete com o qual poderemos abrir as portas do céu.
As promessas de Deus
E tendo Deus falado, não o fará? "Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso". Não será Ele verdadeiro? Não manterá Ele Sua palavra? Porventura não permanecerá de pé e não será cumprida toda palavra que sai de Seus lábios? Josué disse : "Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de Israel: tudo se cumpriu" (Josué 21:45)”. Deus deseja cumpri-la; de outra forma não a teria proferido.
O grande nome de Deus
Moisés argumentou com Deus: "O que farás pelo Teu grande nome? Os egípcios dirão: porquanto o Senhor não podia pôr este povo na terra que lhes tinha jurado; por isso os matou no deserto." Há algumas ocasiões em que o nome de Deus está intimamente ligado à história do Seu povo. Tomemos, por exemplo, o caso do nosso respeitado irmão, o Sr. Jorge Müller, de Bristol. Durante muitos anos ele declarou que Deus ouve e atende as orações e, firme nessa convicção, construiu casa após casa para abrigar órfãos. Posso imaginar, portanto, que se ele estivesse necessitando de meios para o sustento daquelas mil ou duas mil crianças, teria usado o seguinte argumento: "O que farás pelo Teu grande nome?" Ezequias, rei de Judá, fez muito bem quando pegou a carta de Rabsaqué e a expôs diante do Senhor. Pois apartir do momento em que ele apresentou diante de Deus seu argumento, não era mais o pobre insignificante Ezequias com seu pequeno grupo de soldados que lutariam contra Rabsaqué, mas sim Jeová, O DEUS DOS DEUSES e SENHOR DOS SENHORES.
O Passado
Estamos tratando com um Deus imutável, que fará no futuro o que fez no passado, pois nunca muda de propósito e o Seu desígnio não pode ser frustrado. Podemos até mesmo usar nossa própria indignidade como argumento com Deus. Davi em determinado lugar argumenta da seguinte forma: "Senhor, perdoa a minha iniqüidade, pois é grande". Esse é um modo especial de raciocinar, mas sendo interpretado significa: "Senhor, por que farias coisas pequenas? Tu és um grande Deus e eis aqui um grande pecador. Eis uma oportunidade em mim para demonstrar a Tua graça. A enormidade do meu pecado faz de mim um palco para manifestar a grandeza da Tua misericórdia. Permite que a grandeza do Teu amor seja vista em mim." Sou tão pequeno, e desde que a grandeza da Tua misericórdia pode ser mostrada em alguém tão insignificante e tão vil, ó Deus, então tenha misericórdia de mim".
E agora chegaremos no ponto mais importante de todos. O fundamental.
O sofrimento, morte, mérito e intercessão de Cristo Jesus
Receio que não estamos compreendendo o que está à nossa disposição quando somos permitidos suplicar a Deus baseados nos méritos de Cristo. Quando pedimos a Deus que nos ouça, enquanto invocamos no nome de Cristo, geralmente queremos dizer: "Ó Senhor, Teu amado Filho merece isso de Ti; faze-o para mim porque Ele merece". Mas se nós soubéssemos poderíamos ir adiante. Suponha que você tenha um armazém na cidade e diz a mim: "Meu amigo, vá até o meu escritório e use o meu nome e diga que devem lhe dar o que deseja". Eu poderia ir e usar o teu nome e obteria o meu pedido como uma questão de direito e de necessidade. Isto é virtualmente o que Jesus Cristo diz a nós. "Se você necessita algo de Deus, tudo o que o Pai tem pertence a Mim; vá e use Meu nome." Quando você tem o nome de Cristo, a quem a própria justiça de Deus é devedora, e cujos méritos fazem reivindicações diante do Altíssimo, não há necessidade de falar com medo, temor ou com o fôlego suspenso. Não fique indeciso e não deixe que a fé vacile! Quando você pleiteia no nome de Cristo, está usando algo que balança as portas do inferno e ao qual os exércitos do céu obedecem. Seria melhor se em tuas orações você pensasse mais nos sofrimentos e tristezas de Cristo. Apresente diante do Senhor as Suas chagas; fale ao Senhor sobre Seus clamores; faça com que os gemidos de Jesus clamem novamente do Getsêmani, e Seu sangue fale novamente desde o Calvário horrível. O homem que tem a sua boca cheia de argumentos em oração, logo a terá cheia de ações de graças em resposta às suas orações. Deus diz: "Abra a tua boca com argumentos", e então Ele a encherá de misericórdias preciosas, jóias de valor incalculável.

Prepare-se!

E o rei lhes determinou a ração de cada dia, das iguarias do rei da do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, para ...